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Após casos de poliomielite voltarem a ser registrados no Brasil, especialistas reforçaram o alerta à população sobre os riscos da doença, a necessidade da vacinação e o seu poder de proteção para criançada.

Volta e meia, o Governo do Estado, em parceria com o Governo Federal, lançam campanhas para alertar e imunizar a população brasileira.

Além dos imunizantes contra a poliomielite, estão disponíveis também na rede pública as vacinas BCG, contra a tuberculose, contra as hepatites A e B, poliomielite e rotavírus. Também há a pentavalente – contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e doenças invasivas causadas pelo hemófilo b – e doses contra caxumba, febre amarela, sarampo, caxumba, rubéola, varicela e HPV. Todas muito importantes segundo as autoridades brasileiras.

Saiba mais

A doença causada pelo poliovírus havia sido notificada no Brasil pela última vez em 1989. Então, cinco anos depois, em 1994, a OMS conferiu ao Brasil o título de erradicação do parasita.

Apesar de ter sido pouco lembrada por seu constante declínio, a pólio marcou o cenário do país entre 1950 e 1980 por suas sequelas em crianças que tiveram a doença: dores nas articulações, crescimento desigual das pernas e paralisia de músculos estão entre as principais consequências a longo prazo.

Mesmo tendo sido erradicada no Brasil, os casos recentes têm preocupado especialistas, principalmente pelo fato de o país estar assistindo a uma queda na cobertura vacinal em crianças nos últimos anos.

A diminuição no número de crianças vacinadas se dá, justamente, por conta da desinformação, pois muitos pais acreditam não ser necessário imunizar seus filhos contra doenças já erradicadas.

Identificando e também prevenindo

Até agora, a vacinação é a única forma de prevenção da poliomielite e todas as crianças menores de cinco anos devem estar imunizadas, conforme previsto no esquema de vacinação de rotina.

Desde 2016, o planejamento vacinal contra a poliomielite passou a ser de três doses da vacina injetável – VIP (2, 4 e 6 meses) e mais duas doses de reforço com a vacina oral bivalente – VOP (gotinha).

De todo modo, é preciso que pais e responsáveis fiquem atentos aos sintomas, para que crianças possam receber tratamento adequado em caso de contaminação pela doença: febre, dor de cabeça, de garganta e no corpo, vômitos, diarreia, constipação, espasmos, rigidez na nuca e até mesmo meningite. Nas formas mais graves, instala-se a flacidez muscular, que afeta, em geral, um dos membros inferiores.

Para vacinar crianças, basta levá-las à UBS mais próxima, com a caderneta de vacinação.

Fonte: Jornal da Franca

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