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Feira de Saúde em Brumado promove prevenção e cuidados com pacientes diabéticos

Foto: Divulgação

A Secretaria Municipal de Saúde de Brumado realizou, na manhã desta terça-feira (14), uma Feira de Saúde voltada ao atendimento de pacientes com Diabetes Mellitus na Unidade de Saúde da Família Joaquim de Castro Donato, localizada no bairro Irmã Dulce.

A iniciativa teve como foco a prevenção e o acompanhamento do pé diabético, uma das principais complicações associadas à doença. Durante o evento, os participantes tiveram acesso a atendimentos especializados e orientações voltadas ao cuidado contínuo com a saúde.

A programação incluiu avaliação clínica dos pés, exames específicos, além de palestra educativa com informações sobre hábitos e práticas essenciais para evitar complicações. Também foram oferecidos serviços como verificação de medidas corporais, aferição de sinais vitais, renovação de receitas médicas e atendimentos na área odontológica.

A ação reforça o papel da atenção básica na promoção da saúde e na prevenção de doenças, garantindo um cuidado mais próximo e humanizado à população.

A iniciativa integra as estratégias da Secretaria de Saúde para ampliar o acesso aos serviços e fortalecer o acompanhamento de pacientes com doenças crônicas no município.

Foto: Redes sociais

Uma mulher de 39 anos morreu após passar mal enquanto realizava a limpeza do banheiro de sua residência, no município de Camaçari. A vítima, identificada como Evelline, era fonoaudióloga e conhecida por manter a casa sempre organizada. Segundo informações de familiares, ela teria utilizado uma grande quantidade de água sanitária durante a faxina, o que provocou a liberação de vapores tóxicos em um ambiente fechado. O forte odor se espalhou rapidamente pelo local.

De acordo com relato de um parente, Evelline foi encontrada já caída no chão, ainda segurando um rodo, após ter inalado o produto em excesso. A exposição aos gases químicos causou um quadro de edema de glote — inchaço na região da garganta — que comprometeu a respiração. Em seguida, a vítima sofreu uma parada cardíaca e não resistiu.

Especialistas alertam que a combinação ou o uso excessivo de produtos de limpeza pode gerar reações perigosas, com liberação de substâncias tóxicas. A orientação é utilizar os produtos de forma moderada, separadamente e sempre em locais ventilados. Dados recentes indicam que a Bahia já registrou 244 casos de intoxicação relacionados a produtos de limpeza desde o início do ano, o que reforça a necessidade de atenção e uso consciente desses itens no dia a dia.

Foto: Ubatã Notícias

Um jovem identificado como Gustavo Quaresma, de 17 anos, foi morto a tiros na madrugada desta quarta-feira, 15, no bairro Março, em Ubatã. Conforme apurado pelo Ubatã Notícias, dois homens encapuzados invadiram a residência da vítima após cortarem o cadeado e arrombarem a porta. No interior do imóvel, eles renderam dois familiares e, em seguida, executaram o adolescente com diversos disparos.

Após o crime, os suspeitos fugiram em uma motocicleta possivelmente em direção à BR-330.  A Polícia Militar esteve presente, isolou a área e registrou a ocorrência. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi chamado para realizar a perícia no local e providenciar a remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML). O caso será investigado pela Polícia Civil, que deve apurar a motivação do crime e se há envolvimento com outras ocorrências na região. A autoria e as circunstâncias do homicídio ainda são desconhecidas. *Com informações do Ubatã Notícias

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Salvador retrocedeu no Índice de Progresso Social (IPS) 2025. A capital baiana despencou para 62,05 pontos e amarga a 1.379ª posição entre os municípios brasileiros, figurando entre as piores capitais do país.

Um ano antes, o cenário já não era confortável: nota de 63,80 e desempenho entre os mais baixos. Agora, além da queda na pontuação, há um agravamento mais amplo, espalhado por áreas essenciais, segundo o estudo.

Como Salvador se posiciona entre as capitais

Entre as 27 capitais, a distância de Salvador para o topo fica ainda mais evidente. A cidade aparece na 24ª colocação, com 62,05 pontos, dentro do grupo 3 do índice, uma faixa de desempenho considerada baixa. Na prática, só fica à frente de Maceió (61,48), Macapá (58,72) e Porto Velho (57,25). É o fundo da tabela.

No outro extremo, o ranking é puxado por cidades do Centro-Sul. Curitiba lidera com 69,89 pontos, seguida de Campo Grande (69,63) e Brasília (69,04). Todas no grupo mais alto do índice, com desempenho mais equilibrado entre áreas básicas e oportunidades.

Salvador – Nordeste e Norte

O contraste fica mais claro quando se olha para capitais do próprio Nordeste. João Pessoa (67,00) aparece no top 10, enquanto Teresina (65,76), Aracaju (65,73) e Natal (65,63) também figuram no grupo de melhor desempenho. Salvador, por outro lado, fica mais próxima de capitais da Região Norte, que concentram as notas mais baixas.

Mesmo entre cidades com pontuação intermediária, a capital baiana não consegue se aproximar. Recife (63,33) e Fortaleza (64,44), por exemplo, aparecem à frente, ainda que também enfrentem desafios estruturais semelhantes.

Onde falta o básico

No eixo de necessidades humanas básicas, Salvador soma 70,1 pontos e aparece na 3.792ª posição no país. A conta começa na saúde mais elementar. Em nutrição e cuidados médicos básicos (71,23), o desempenho é considerado fraco. Pesam indicadores sensíveis: mortalidade infantil, baixa cobertura vacinal e internações que poderiam ser evitadas com atenção primária mais eficiente.

Quando o assunto é estrutura urbana, há um contraste. Água e saneamento (85,17) aparece com resultado neutro, sustentado por abastecimento relativamente amplo, ainda que com perdas na distribuição. Já em moradia (85,46), mesmo com nota alta, o enquadramento segue como fraco. Isso porque o índice não olha só número bruto, mas a qualidade das condições, como coleta de lixo, padrão das construções, acesso regular a serviços.

O ponto que mais pesa é segurança pessoal (38,53). Aqui, Salvador desaba. O indicador reúne homicídios, mortes de jovens, violência contra mulheres e acidentes de trânsito. É o pior desempenho dentro do eixo.

Educação oscila e saúde não segura a nota

No bloco de fundamentos do bem-estar, a capital chega a 65,73 pontos e ocupa a 902ª posição. Não é um colapso, mas está longe de representar conforto.

A educação básica continua sendo um gargalo. Em acesso ao conhecimento básico (64,79), o desempenho é fraco, pressionado por evasão escolar, reprovação e distorção idade-série. É o tipo de problema que não aparece de uma vez, vai acumulando ao longo dos anos.

Curiosamente, o acesso à tecnologia puxa para cima. Acesso à informação e comunicação (71,8) aparece como ponto forte, com boa cobertura de internet e telefonia. Funciona, mas não resolve o restante.

Na saúde, o cenário é morno. Saúde e bem-estar (56,91) fica no nível intermediário, com indicadores que misturam expectativa de vida razoável com problemas persistentes, como doenças crônicas e mortalidade precoce.

O meio ambiente entra como um dos poucos respiros. Qualidade ambiental (69,43) tem desempenho considerado forte, apoiado em áreas verdes e menor pressão em alguns indicadores.

Direitos travam avanço e oportunidades não chegam para todos

É no eixo de oportunidades que Salvador mostra mais dificuldade de avançar. A cidade soma 50,31 pontos e aparece na 305ª posição nacional — um resultado que ajuda a explicar por que a capital fica entre as piores no ranking das capitais.

O principal entrave está em direitos individuais (20,95). A nota é baixa e reflete dificuldades no acesso à Justiça, políticas de direitos humanos pouco efetivas e respostas lentas em processos, especialmente nas áreas previdenciária e familiar.

Mas, nem tudo é negativo. Em liberdades individuais e de escolha (62,85), há um desempenho melhor, com acesso a cultura, lazer e esporte ajudando a elevar o indicador.

A inclusão social (43,01) volta a expor feridas abertas: desigualdade de gênero e raça, violência contra populações vulneráveis e crescimento de famílias em situação de rua. É um dos pontos que mais limitam qualquer melhora consistente.

No meio disso tudo, surge um destaque isolado. Acesso à educação superior (74,44) tem desempenho forte e aparece como um dos melhores indicadores da cidade. *Com informações do BNews

Foto: Arquivo

Abastecer o tanque na Bahia tornou-se um exercício de paciência e estratégia financeira, especialmente para quem vive no sudoeste do estado. Segundo o levantamento mais recente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), realizado entre os dias 5 e 11 de abril, o município de Brumado ostenta o título amargo de ter a gasolina comum mais cara da Bahia. No cenário oposto, Feira de Santana desponta como o destino mais vantajoso para os motoristas, com uma diferença de preço que beira a casa de um real por litro.

O levantamento, que fiscalizou 203 postos em 25 municípios baianos, revelou que o preço médio em Brumado atingiu R$ 7,97. Nos quatro estabelecimentos consultados na cidade, a variação foi mínima, oscilando entre R$ 7,95 e R$ 7,99. Enquanto isso, em Feira de Santana, a média registrada foi de R$ 7,00, com o consumidor encontrando o combustível por até R$ 6,79. Essa disparidade de R$ 0,97 entre as duas cidades evidencia o abismo logístico e tributário que impacta o bolso do cidadão baiano.

Apesar da liderança isolada de Brumado no topo do ranking, outras cidades turísticas e polos regionais também mantêm preços elevados. Porto Seguro aparece logo em seguida com média de R$ 7,93, acompanhada por Eunápolis (R$ 7,80) e Ilhéus (R$ 7,75). Em Vitória da Conquista e Caetité figuram na faixa intermediária, com valores na casa dos R$ 7,68, reforçando a tendência de preços mais salgados no interior em comparação à capital, Salvador, onde a média ficou em R$ 7,23.

Mesmo com os valores elevados em termos nominais, houve uma leve retração de 1,1% no preço médio estadual em comparação à semana anterior, caindo de R$ 7,48 para R$ 7,40. Entretanto, o alívio é relativo: quando comparada à média nacional, a Bahia continua sendo um dos estados mais caros para dirigir. Enquanto o brasileiro paga, em média, R$ 6,77 pelo litro da gasolina, o baiano precisa desembolsar R$ 0,63 a mais, uma conta que pesa no orçamento e reflete o custo de vida elevado no estado. *Com informações do Achei Sudoeste

Foto: Reprodução

Dar banho nos pets em casa é uma escolha comum entre tutores brasileiros. Além de ser uma alternativa mais econômica, o hábito permite maior controle sobre os cuidados com o animal, reduz o estresse causado por deslocamentos e ainda fortalece o vínculo entre tutor e pet.

Esse movimento acompanha o crescimento do setor no país. O Brasil ocupa posição de destaque no mercado pet mundial, com um faturamento de R$ 75,4 bilhões em 2024, aumento de 9,6% em relação a 2023, segundo a Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação (ABEMPET).

Mas, para que esse momento seja realmente positivo, é importante investir em segurança, conforto e praticidade, tanto para o animal quanto para quem realiza o banho. Um dos principais desafios está no uso de equipamentos convencionais, que nem sempre oferecem a ergonomia ou o controle adequado da temperatura da água.

Pensando nisso, o mercado tem desenvolvido soluções específicas para esse tipo de rotina. É o caso da Ducha Pet, da Sintex, indústria nacional de chuveiros e torneiras, criada para atender às necessidades dos tutores no conforto de casa.

Menos estressante

“A melhor maneira de conseguir um resultado de pet shop em casa é com o equipamento correto. Como a Ducha Pet foi pensada para esse tipo de atividade, garante um resultado muito mais eficaz gerando menos desgaste ao dono do animal”, afirma Enio Bernardes, diretor da Sintex.

Com mangueira de 1,20 metro, o equipamento permite maior mobilidade e facilita o alcance em diferentes partes do corpo do animal, contribuindo para um banho mais completo e menos estressante.

Outro ponto é o controle de temperatura: a Ducha Pet conta com quatro níveis, possibilitando ajustar a água de forma adequada para o conforto do pet, fator importante para preservar a saúde do animal.

Água morna

“A água morna é a mais indicada para o banho de cães e gatos, independentemente da estação do ano. O ajuste correto da temperatura ajuda a preservar a saúde da pele e dos pelos, além de tornar o momento mais agradável”, explica Enio.

Segundo ele, “neste produto, pensamos muito na questão da praticidade, que também é um diferencial para o tutor. Com design pensado para o uso frequente, a ducha oferece empunhadura confortável e facilita o manuseio, tornando o processo menos cansativo”.

Em um cenário de crescimento do setor, soluções que tornam o cuidado diário mais simples e seguro ganham cada vez mais espaço nas residências. “O banho em casa pode se transformar em um momento de conexão, e para isso, utilizar os recursos adequados é essencial”, finaliza.