Foto: Arquivo
A Acelen anunciou uma redução nos preços dos combustíveis comercializados para as distribuidoras na Refinaria de Mataripe. O novo reajuste passou a valer a partir da última quinta-feira (16) e contempla quedas nos valores do diesel e da gasolina.
De acordo com os números divulgados, o diesel S10 teve redução de 3,5%, passando de R$ 6,144 para R$ 5,926. Já o diesel S500 registrou queda de 3,7%, saindo de R$ 5,927 para R$ 5,709. A gasolina também apresentou recuo, com diminuição de 4,6%, passando de R$ 4,089 para R$ 3,903.
Apesar da redução nas refinarias, o impacto no valor pago pelo consumidor final não é imediato. O repasse depende das distribuidoras e dos postos de combustíveis, que consideram custos operacionais e estratégias comerciais próprias antes de ajustar os preços nas bombas.
Segundo a empresa responsável, a definição dos valores segue critérios de mercado, levando em conta fatores como a variação do preço internacional do petróleo, a taxa de câmbio e os custos logísticos, incluindo transporte e frete.
Receita Federal nega monitoramento de Pix e diz que mensagem viral é falsa
A Receita Federal do Brasil afirmou que é falsa a informação que circula nas redes sociais sobre uma suposta notificação a uma vendedora de marmitas por movimentações via Pix. Segundo o órgão, não há rastreamento de transações individuais nem envio de comunicados com base nesse tipo de operação financeira.
A mensagem viral afirma que a contribuinte teria sido notificada após movimentar R$ 52 mil por meio do sistema de pagamentos. Em nota, a Receita rebateu o conteúdo e esclareceu que não acompanha operações específicas de pessoas físicas dessa forma.
O órgão também negou a existência de supostos sistemas citados nas publicações, como “Harpia” e “T-Rex”. Segundo a instituição, essas ferramentas não existem ou não possuem qualquer relação com monitoramento de contribuintes. “A Receita não realiza rastreamento de transações individuais nem envia notificações com base em movimentações financeiras”, informou o órgão.
Ainda de acordo com a Receita, movimentações financeiras não podem ser confundidas com renda ou lucro, o que inviabiliza o uso isolado desses dados como base para fiscalização ou cobrança de tributos.
Outro ponto destacado é que o órgão não tem acesso a informações detalhadas sobre transações individuais, tampouco identifica o meio de pagamento utilizado, como Pix, transferências ou depósitos. “A instituição reforça ainda que movimentação financeira não é sinônimo de renda ou lucro, e, portanto, não pode ser usada isoladamente como base para cobrança ou fiscalização.”
A Receita alertou que conteúdo desse tipo costumam gerar insegurança e podem abrir espaço para golpes ou desinformação disseminada por organizações criminosas.
A orientação é que contribuintes busquem informações em canais oficiais antes de compartilhar mensagens relacionadas a impostos, fiscalização ou ao uso do Pix.