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Alerta Global: Brasil aparece entre os 10 países mais perigosos do mundo em 2025

Alerta Global: Brasil aparece entre os 10 países mais perigosos do mundo em 2025

Foto: Divulgação

O Brasil figura em uma lista preocupante neste ano. De acordo com o novo índice de conflitos divulgado pela ONG ACLED (Armed Conflict Event Location and Data Project), o país ocupa a sétima posição no ranking das nações mais perigosas do planeta em 2025.

O relatório destaca que o Brasil divide o cenário de insegurança crítica com outros três vizinhos latino-americanos: México, Equador e Haiti. A presença desses países no “Top 10” reflete a gravidade da violência estrutural na região.

Critérios da Insegurança e o Cenário Brasileiro

O ranking da ACLED é elaborado com base em quatro indicadores fundamentais:

Mortalidade decorrente de conflitos;

Perigo direto para civis;

Abrangência geográfica da violência;

Presença e número de grupos armados.

No caso do Brasil, a sétima colocação (uma posição abaixo em relação a 2024) é atribuída principalmente à intensa atuação de facções criminosas e gangues que disputam o controle de territórios. Embora o país tenha oscilado levemente no ranking, permanece em um patamar de periculosidade comparável a locais em situação de guerra ou instabilidade política severa.

A Ascensão da Violência na América Latina

O México mantém a quarta posição, atrás apenas de países em guerra aberta como Palestina, Mianmar e Síria. Já o Equador foi o destaque negativo do ano, saltando 36 posições para ocupar o sexto lugar, devido à explosão de confrontos entre grupos criminosos locais. O Haiti, na oitava posição, sofre com a combinação de controle de gangues e colapso político.

Ranking dos 10 Países Mais Perigosos em 2025 (ACLED):

  • Palestina
  • Mianmar
  • Síria
  • México
  • Nigéria
  • Equador
  • Brasil
  • Haiti
  • Sudão
  • Paquistão

A organização reforça que o índice serve como um termômetro para que governos e a comunidade internacional adotem medidas urgentes de contenção da violência armada e proteção às populações civis.

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