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Brasil dá vexame contra a Jamaica, cai na fase de grupos e repete pior campanha na Copa do Mundo Feminina

Brasil dá vexame contra a Jamaica, cai na fase de grupos e repete pior campanha na Copa do Mundo Feminina

Foto: EFE/EPA/JOEL CARRETT

A seleção brasileira feminina decepcionou nesta quarta-feira, 2, ao empatar em 0 a 0 com a Jamaica, no Estádio Rectangular de Melbourne, na Austrália, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo. Mesmo contando com Marta no time titular, o Brasil demonstrou nervosismo e não conseguiu passar pela marcação adversária. Com o resultado, a equipe comandada por Pia Sundhage termina na terceira posição da chave F, sendo eliminada precocemente do torneio da Fifa. A Canarinho, assim, repete sua pior campanha em Mundiais – em 1991 e 1995, a Amarelinha também caiu na fase de grupos do Mundial. As jamaicanas, por outro lado, fazem história e avançam às oitavas de final pela primeira vez. A outra classificada no grupo foi a França, que avançou na primeira posição depois do triunfo sobre o Panamá.

Como foi o jogo?

O Brasil teve amplo domínio no primeiro tempo, descendo para o vestiário com 68% de posse de bola e oito finalizações contra nenhuma das jamaicanas. Ainda assim, a seleção brasileira não encontrou muitos espaços na defesa rival, forçou muitos passes e errou bastante . Mesmo contando com Marta na equipe titular, a Canarinho pouco incomodou a goleira Spencer. As melhores oportunidades saíram dos pés de Tamires, com a lateral parando na arqueira em dois chutes. Artilheira da Amarelinha no Mundial, Ary Borges também desperdiçou uma grande chance, cabeceando para fora. Assim, a etapa inicial foi marcada por ser um ataque contra defesa, mas com muito nervosismo por parte das brasileiras.

No retorno do intervalo, o Brasil voltou com uma mudança, contando com a entrada de Bia Zaneratto na vaga de Ary Borges. Apesar da alteração, a seleção brasileira levou ainda menos perigo ao gol das jamaicanas. Além dos erros de passe, a Canarinho também falhou nas jogadas individuais. Para piorar, as principais chances foram das jamaicanas, em contragolpes em velocidade. No fim, as brasileiras ainda apostaram em “chuveirinhos” dentro da área, que não surtiram efeito. Fonte: Jovem Pan

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