--:--
--:--
  • cover
    Alberto Lopes

--:--
--:--
  • cover
    Alberto Lopes

Governo quer reduzir conta de luz de forma cautelosa, sem ‘cavalo de pau’, diz Rui Costa

Governo quer reduzir conta de luz de forma cautelosa, sem ‘cavalo de pau’, diz Rui Costa

Foto: Ricardo Stuckert

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que o governo prepara um conjunto de propostas para reduzir o valor da conta de luz, sem dar “um cavalo de pau”. Ou seja, sem decisões precipitadas. Ele deu a declaração em entrevista à CNN.

“O que estamos buscando, através do diálogo com especialistas e, por isso, foi feito reunião: quais medidas nós poderíamos fazer para reduzir o preço da energia ao consumidor”, disse Rui Costa, referindo-se a um recente encontro com representantes do setor na semana passada.

“Não é dar nenhum cavalo de pau. O sistema elétrico brasileiro atrai muitos investimentos nacionais, internacionais. E ele sempre foi pautado por forte segurança jurídica e forte previsibilidade. Então nenhuma alteração pode mudar isso, e nós não vamos mudar. O que a gente quer [é saber] quais são as medidas no curto, médio, longo prazo que nós podemos fazer de forma cautelosa, responsável, segura, mas que reduza a conta de energia”, afirmou o ministro.

Na Bahia, estado do qual Rui Costa já foi governador, a energia ficará 1,53% mais cara a partir de segunda-feira (22).

Atualmente, as discussões no setor focam em cobrar impostos de consumidores que estão isentos ou arcam menos com a manutenção de toda rede do sistema de energia, como as linhas de transmissão, por exemplo.

Segundo avaliação do governo, caso aumente a base de contribuição, o valor do custeio ficará mais baixo para todos, com impacto positivo para o cidadão comum.

“Até porque o Brasil tem a produção de energia mais barata do mundo e na contramão disso, infelizmente, temos uma das contas de luz mais cara do mundo porque para financiar essa infraestrutura, a conta toda foi para conta de energia. E as mudanças feitas nos últimos dez anos, onerou de forma demasiada para os pobres e classe médio”, disse.

Fonte: Bahia.ba

Compartilhe: