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Bradesco têm vagas abertas para Jovem Aprendiz; veja requisitos e como se inscrever

Foto: Divulgação

Se você está procurando por sua primeira experiência de trabalho, que seja gratificante e enriquecedora para o seu currículo, e se possível na área bancária.

Veja as dicas desta matéria e descubra como funciona o programa jovem aprendiz do Banco Bradesco.

O Programa Jovem Aprendiz Banco Bradesco foi criado para proporcionar aos adolescentes e jovens que nunca trabalharam uma oportunidade de trabalho.

A Lei da Aprendizagem determina que as médias e grandes empresas desenvolvam projetos de aprendizagem e reservem cota entre 5% e 15% do número de funcionários para a contratação de aprendiz, sendo a idade mínima 14 anos e máxima de 24 anos. No caso do Projeto Jovem Aprendiz Bradesco podem participar alunos do ensino fundamental e médio, que estejam com a frequência escolar em dia. 

O rendimento escolar (notas) pode ser um diferencial na hora da contratação. Algumas vagas aceitam candidatos que já terminaram o ensino médio, mas que ainda não tenham trabalhado com carteira assinada. Para concorrer às vagas de jovem aprendiz Bradesco é necessário fazer o cadastro online no site do banco.

Por: Alberto Queiroz Lopes

Foto: Divulgação

O Disque-Denúncia, vinculado à Superintendência de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), passa, a partir desta terça-feira (25), a receber informações da população também pela internet, em site criado para disponibilização do serviço. Com isso, conforme a SSP-BA, a população poderá, a partir de agora, enviar, de forma anônima, fotos e vídeos de de criminosos e situações ilegais para ajudar nas investigações da polícia. O Disque-Denúncia recebe há 13 anos informações da população por telefone, através do 181, no interior — os números continuam disponíveis para relatos de denúncias. Agora, também com o serviço online, segundo a SSP, o canal deverá auxiliar ainda mais o trabalho investigativo policial. No site (Clique Aqui) do Disque-Denúncia, ao clicar no ícone “Denuncie Aqui”, o cidadão escolhe o tipo de crime que ele quer relatar e preencher um formulário com as informações solicitadas. Dentre elas, estão local, referência, pessoas envolvidas, características, entre ourtos. Quanto maior a quantidade de informações a pessoa obtiver da situação, maior será a ajuda à polícia para investigar e solucionar o caso. No entanto, há alguns cuidados que o cidadão tem que tomar na hora de coletar essas informações, ressaltando que “as pessoas só devem produzir as imagens se estiverem seguras, sem se expor”.

Foto: Divulgação

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) analisou nesta terça-feira (25) dois processos relativos à condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do apartamento triplex, no Guarujá. O colegiado negou provimento ao agravo regimental no Habeas Corpus (HC) 165973 e rejeitou proposta do ministro Gilmar Mendes de conceder liberdade a Lula até o julgamento definitivo do HC 164493, no qual a defesa alega a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro para atuar nas ações penais relativas ao ex-presidente. Em fevereiro deste ano, o ministro Edson Fachin, relator, havia negado seguimento ao HC 165973, impetrado pela defesa de Lula contra decisão do ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que rejeitou recurso especial contra a condenação no caso do triplex. No agravo regimental, a defesa pedia a anulação da ação penal e dos atos a ela relacionados, alegando que a condenação é marcada por diversas violações à Constituição Federal, ao Estado Democrático de Direito e às garantias fundamentais do ex-presidente. Na sessão, o advogado Cristiano Zanin sustentou que a confirmação da condenação pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) e pelo STJ não afasta as ilegalidades, pois todos os atos processuais teriam sido realizados sob a condução viciada do mesmo magistrado, o então juiz Sérgio Moro. O advogado alegou que o ministro Felix Fischer, ao decidir monocraticamente o recurso, impôs graves prejuízos à defesa, pois no STJ não há previsão de sustentação oral no julgamento de agravo regimental. A defesa também se referiu às recentes revelações de supostos diálogos entre o então juiz e os procuradores da Operação Lava-Jato e reiterou que o processo resultou numa condenação injusta e ilegal, a partir da atuação coordenada entre juiz e acusação, “com desprezo à defesa”.

Foto: Divulgação

O Centro Municipal de Educação Agamenon Santana (CMEAS) e a Escola Municipal professora Maria Iranildes Lôbo (CAIC) recebem até o final deste ano oficinas do projeto Geração Música. No total, 120 crianças e adolescentes de 10 a 14 anos estão sendo atendidas pelo projeto, que é realizado pelo Ministério da Cidadania por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com produção do grupo Incentivar e patrocínio da RHI Magnesita.

A prática pedagógica utilizada no Geração Música é do Ungambikkula, uma tribo que busca harmonia e consciência, e tem como pilares de ensino musical a iniciação e a musicoterapia. Nas oficinas os alunos têm contato com a música por meio do violão e instrumentos de percussão, com estimulação sensorial, intelectual e afetiva.

O objetivo é levar aos participantes possibilidades de expressão e liberdade através da música, usando-a, também, como instrumento de inclusão social. No final do ano, será feita uma apresentação preparada pelos músicos e alunos das oficinas.

“O projeto é uma forma de fomentar a música, a arte e cultura brasileira e possibilitar o acesso de crianças e jovens de menor poder aquisitivo a esses bens”, diz Welson Ribeiro, supervisor de Marketing do Grupo Incentivar. Fonte//Destaquebahia

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A UPA 24 horas registrou 9 casos de pacientes vitimas de artefatos juninos/bomba, durante  os festejos do São João 2019 em Livramento de Nossa Senhora. Segundo informações passadas ao BA Hoje, houve 02 internamentos, inclusive uma transferência por regulação para Brumado. Algumas pessoas vitimas de pequenas queimaduras pelo corpo foram atendidas e liberadas, os casos mais graves envolvendo acidentes com bombas ficaram em observação médica ou foram transferidos para outras unidades de saúde. A recomendação é que as pessoas tenham cuidado com todo e qualquer tipo de fogos de artifícios.

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O prefeito de Brumado, no Sertão Produtivo, Eduardo Lima Vasconcelos, terá de devolver R$4.077.350,93 aos cofres municipais, que foram gastos na aquisição irregular de terrenos a preços superfaturados – que sofreram acréscimos de até 6.500% em poucos meses.

A decisão foi tomada pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM-BA), nesta terça-feira (25), ao julgar termo de ocorrência lavrado em razão de irregularidades em dispensa de licitação para a aquisição dos imóveis pela administração com indícios de superfaturamento. O processo foi realizado nos meses de outubro a dezembro de 2017, gerando uma despesa total de R$4,3 milhões.

O conselheiro José Alfredo Rocha Dias determinou a formulação de representação ao Ministério Público Estadual (MP-BA) contra o prefeito para que seja apurada a prática de ato de improbidade administrativa. Os conselheiros também aprovaram a imputação de multa no valor de R$10 mil, além do ressarcimento aos cofres municipais.

Conforme o TCM-BA, o termo de ocorrência analisou as dispensas realizadas para aquisição dos terrenos visando a ampliação do Centro Municipal de Educação Agamenon Santana (R$3.150.000,00); ampliação da Escola Municipal Prof. Roberto Santos (R$370.000,00); ampliação da Escola Municipal Arminda Azevedo (R$240.000,00); e outros cinco terrenos para a construção de escolas municipais (R$110.000,00, cada).

Na defesa, o gestor não conseguiu esclarecer quais seriam as características que teriam tornado “os imóveis singulares e mais vantajosos” à administração pública quando comparados aos demais disponíveis no município de Brumado.

A relatoria apontou que em três das dispensas de licitação não foram apresentados os laudos de avaliação prévia para demonstrar compatibilidade dos preços dos imóveis com o valor de mercado. Diante disso, o relator alegou que os supostos laudos de avaliação apresentados pelo prefeito nos processos administrativos, “não podem ser considerados como válidos ou suficientes a atender as exigências legais, pois mostram generalidade, padronização e falta de especificação do objeto avaliado e das condições que interferiram na fixação do preço”.

O TCM-BA alertou que os laudos de avaliação apresentados pelo gestor possuem indícios de terem sido criados de maneira artificial, com valores aleatoriamente atribuídos aos bens, não tendo sequer havido comparação com os valores praticados no mercado imobiliário local. Ainda cabe recurso da decisão.