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Carna Brumas 2026 já tem Rei e Rainha do carnaval

Foto: Divulgação

O concurso que elegeu o Rei e a Rainha do Carna Brumas 2026 movimentou intensamente as redes sociais da Prefeitura de Brumado no último final de semana. A votação, realizada por meio do perfil oficial do município no Instagram, contou com grande participação popular e milhares de interações.

Na categoria Rei Momo, a escolha aconteceu em duas etapas. Na primeira fase, realizada no dia 7 de fevereiro, cinco candidatos — Sapo, Gabriel, Cristiano Caires, Paiá e Sávio — disputaram a preferência do público por meio de enquetes nos stories, totalizando mais de oito mil votos. O resultado foi o seguinte: Sapo (2.610 votos), Paiá (1.881), Sávio (1.826), Gabriel (1.360) e Cristiano Caires (625). Com isso, Sapo, Paiá e Sávio avançaram para a final.

A etapa decisiva ocorreu por meio de uma enquete publicada no feed do Instagram, que somou 3.207 votos. O vencedor foi Sapo, com 35% da votação. Em segundo lugar ficou Paiá, com 33%, seguido por Sávio, que obteve 32% dos votos.

Já a escolha da Rainha do Carna Brumas 2026 aconteceu no dia 7 de fevereiro, também por meio de enquete no feed do Instagram. Disputaram o título as candidatas Deka Santana, Madu Rocha e Mariana Terto. Ao todo, foram computados 5.955 votos, e Mariana Terto conquistou o primeiro lugar com 46% da preferência do público. Deka Santana apareceu logo em seguida, também com 46%, enquanto Madu Rocha obteve 9% dos votos.

Todo o processo de escolha seguiu rigorosamente as regras estabelecidas e publicadas no Diário Oficial do Município, entre os dias 2 e 4 de fevereiro, garantindo transparência e legitimidade ao concurso.

Foto: Divulgação/ ASCOM

O Pré-Carnaval de Livramento de Nossa Senhora vem se consolidando como um grande sucesso e reafirmando sua importância no calendário festivo do município. Ao longo dos últimos dias, a festa reuniu milhares de foliões na Praça Coronel Zezinho Tanajura, com uma programação diversificada, organizada e voltada para todos os públicos. Na sexta-feira (06) e no sábado (07), o público lotou a praça para acompanhar grandes atrações musicais, com shows que atravessaram a noite e a madrugada, promovendo alegria, valorização cultural e movimentação da economia local. A diversidade de ritmos e estilos garantiu entretenimento para jovens e adultos, fortalecendo o clima de festa e celebração. No domingo (08), o Pré-Carnaval ganhou um formato ainda mais familiar, inclusivo e acolhedor.

A Praça Coronel Zezinho Tanajura ficou completamente tomada por pais, crianças e idosos, todos reunidos em um clima de alegria e confraternização durante o Social Folia, que resgatou a essência tradicional do carnaval. Responsável por animar o público com as clássicas marchinhas, a Charanga Folia conduziu o Social Folia com muita animação, envolvendo foliões de todas as idades. Em seguida, a Estação Criança comandou a festa do público infantil e também dos adultos, garantindo diversão, interação e momentos de alegria para toda a família.

Após a apresentação da Estação Criança, a programação seguiu com um animado aulão de dança, comandado pelo Livras Dance, que colocou o público para se movimentar, encerrando o domingo com muita energia, descontração e participação popular. As atividades do domingo reforçaram o caráter democrático do evento, oferecendo lazer para diferentes faixas etárias e promovendo um ambiente seguro, organizado e acolhedor, onde gerações se encontraram para celebrar juntas.

O Pré-Carnaval de Livramento de Nossa Senhora segue reafirmando seu papel como um importante evento cultural e turístico, fortalecendo a identidade cultural do município, impulsionando o comércio local e atraindo visitantes de toda a região. O evento é uma realização da Prefeitura Municipal de Livramento de Nossa Senhora, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, com apoio do Governo do Estado da Bahia, através da Sufotur – Superintendência de Fomento ao Turismo. Carnaval da Bahia — um estado de alegria.

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

O Carnaval é uma das maiores expressões culturais do Brasil. Para muitos, representa alegria, liberdade, encontro e pertencimento — uma pausa necessária na dureza da vida cotidiana. Para outros, é o momento ideal para descansar, viajar, ler ou simplesmente fugir da agitação. Há ainda aqueles que apreciam a festa, mas não deixam de levantar uma crítica importante: qual é o papel de um grande evento em cidades que ainda enfrentam problemas estruturais como falta de saneamento, dificuldades no atendimento à saúde e limitações na infraestrutura urbana? Esse não é um debate contra a festa, mas sobre prioridades e planejamento.

Historicamente, celebrações populares sempre conviveram com tensões sociais. A antiga política do “pão e circo”, frequentemente lembrada quando se fala em grandes eventos, tinha como objetivo distrair a população. No entanto, comparar diretamente aquele contexto com o presente pode ser simplificador. Hoje, festas também movimentam a economia local, geram empregos temporários, fortalecem o turismo e promovem a cultura. Portanto, não se trata de uma oposição automática entre festa e desenvolvimento — o desafio está na forma como ela é organizada.

Um ponto central desse debate é o custo para o cidadão. Em eventos dessa magnitude, produtos básicos costumam sofrer aumentos significativos: a cerveja que no mercado tem preço acessível pode custar quase o dobro; a água mineral torna-se artigo caro; a alimentação segue a mesma lógica. Mesmo sendo um evento público, muitas vezes a dinâmica se aproxima da de uma festa privada, criando uma barreira econômica invisível. A pergunta que surge é pedagógica e necessária: até que ponto um evento popular permanece realmente popular quando parte da população não consegue consumir o que ali é vendido?

Essa discussão aparece com força quando se fala da possibilidade de liberar ou não coolers. De um lado, permitir que as pessoas levem suas próprias bebidas amplia o acesso e reduz custos individuais. De outro, comerciantes e ambulantes dependem das vendas para garantir renda — e o próprio evento, muitas vezes, conta com patrocinadores que exigem exclusividade na comercialização. O impasse revela um dilema clássico da economia de livre mercado aplicada a espaços públicos.

Outro aspecto contemporâneo envolve segurança e controle. Portais com reconhecimento facial, revistas ou até eventuais mecanismos de inspeção levantam um debate legítimo sobre proteção coletiva versus liberdade individual. Segurança é necessária, sobretudo em eventos multitudinários, mas o excesso de controle pode produzir a sensação de vigilância em um ambiente que deveria ser, antes de tudo, de celebração.

Diante disso, o caminho mais produtivo não é acusar, mas pensar em soluções equilibradas. Algumas possibilidades incluem:

  • ✓Política de preços moderados, com limites ou acordos para evitar abusos em itens essenciais como água.
  • Espaços híbridos, onde parte da área permita o cooler sob determinadas regras, enquanto outra preserve a venda oficial.
  • Transparência nos contratos e patrocínios, para que a população compreenda por que certas decisões são tomadas.
  • Planejamento social, garantindo que a receita gerada pelo evento também reverta em melhorias urbanas permanentes.
  • Diálogo com a população, ouvindo comerciantes, foliões e aqueles que preferem não participar.

No fundo, a questão não é ser contra ou a favor do Carnaval. É reconhecer que uma cidade é plural. Um evento pode servir muito bem a uns e menos a outros — e a maturidade da gestão pública está justamente em reduzir essa distância. Quando bem planejada, a festa não precisa ser sinônimo de exclusão nem de consumo excessivamente caro; pode ser um espaço democrático onde cultura, economia e cidadania caminhem juntas.

Talvez a pergunta mais importante não seja se deve haver Carnaval, mas que tipo de Carnaval queremos construir: um evento para poucos consumidores ou uma celebração capaz de acolher diferentes realidades sociais? A resposta passa menos pela euforia dos dias de festa e mais pela responsabilidade coletiva de pensar a cidade que desejamos para além da quarta-feira de cinzas. Joilson Bergher/Professor!

Foto – Divulgação / CIPRv/Brumado

A Companhia Independente de Policiamento Rodoviário de Brumado intensificou as ações de policiamento ostensivo durante a Operação Verão, realizada nos dias 07 e 08 de fevereiro. A atuação ocorreu nas rodovias BA-262, BA-263 e BR-415, período marcado pelo aumento do fluxo de veículos em razão do pré-carnaval.

Durante a operação, as equipes reforçaram a fiscalização com abordagens preventivas, orientações a condutores e passageiros, além da verificação do consumo de bebida alcoólica associado à direção veicular. As ações também contemplaram a checagem de diversas infrações de trânsito, com aplicação do Código de Trânsito Brasileiro, bem como procedimentos voltados à prevenção e repressão de práticas criminosas.

Segundo a CIPRv/Brumado, a intensificação do policiamento tem como objetivo principal garantir a segurança viária, preservar vidas e proporcionar mais tranquilidade aos usuários das rodovias que cortam a região. A Polícia Militar da Bahia reforça o compromisso de atuar de forma preventiva e ostensiva, sendo uma força a serviço do cidadão.

Foto: Divulgação

Uma operação policial realizada em Brumado, resultou na apreensão de drogas, materiais usados no tráfico e no cumprimento de um mandado de prisão. A ação ocorreu durante a Operação Sudoeste Seguro, realizada pela Rondesp.

Segundo informou a corporação um casal levantou suspeitas ao perceber a aproximação de uma viatura, ao dispensar um objeto no chão e mudar repentinamente de direção.

Durante a abordagem, os policiais localizaram o material descartado e constataram que se tratava de substância análoga à cocaína. Questionados, o casal informou que haviam adquirido a droga em uma residência próxima. Diante do flagrante, as guarnições se deslocaram até o endereço indicado, onde realizaram novas abordagens.

No interior do imóvel, foram encontradas outras substâncias entorpecentes, além de objetos comumente utilizados no tráfico de drogas, como balança de precisão, caderno de anotações e aparelhos celulares.

Durante a ação, a Rondesp Sudoeste apreendeu 12 invólucros de substância análoga à cocaína, quatro de maconha, uma porção de pó branco, quatro celulares, uma balança de precisão, um caderno de anotações e R$ 250,45 em dinheiro.

Todos os envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia, juntamente com o material apreendido. Um dos suspeitos foi autuado em flagrante, além do cumprimento de um mandado de prisão em aberto, cuja tipificação penal ficará a cargo da Polícia Civil.

Foto: Divulgação

Dois suspeitos morreram e um terceiro foi preso após uma troca de tiros com policiais militares no sábado (7), em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

De acordo com a Polícia Militar da Bahia (PM-BA), equipes realizavam rondas na região quando se depararam com um grupo de homens armados. Ao perceberem a aproximação dos policiais, os suspeitos atiraram, dando início ao confronto.

Houve revide por parte dos militares, e o grupo tentou fugir. Durante a ação, os suspeitos chegaram a invadir uma residência, mas acabaram sendo baleados. Segundo a PM, todos foram socorridos para uma unidade de saúde, porém apenas um deles resistiu aos ferimentos e foi preso.

Os corpos dos dois homens que morreram foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML). As identidades não foram divulgadas.

Na ocorrência, a polícia apreendeu duas armas de fogo, 420 porções de cocaína e uma balança de precisão. Todo o material foi apresentado na delegacia responsável pela área, onde o caso foi registrado.