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Briga de estudantes em ônibus escolar provoca acidente na zona rural de Brumado

Parte da lateral do ônibus escolar ficou danificada – Foto: 97NEWS

Um acidente com um ônibus escolar na zona rural de Brumado deixou algumas pessoas levemente feridas na manhã desta terça-feira (13). Segundo apurou o site 97NEWS, o ônibus escolar que faz a linha comunidade Lagoa do Mourão ao distrito de Itaquaraí acabou colidindo lateralmente em outro veículo após o motorista se distrair. Conforme apurou a reportagem, uma briga entre alunos tirou a atenção do motorista. Em seguida, ao avistar o veículo à frente do ônibus, ele conseguiu desviar de imediato e evitou uma tragédia, mas mesmo assim houve uma colisão e vários alunos foram arremessados no corredor do veículo escolar e tiveram hematomas na cabeça e braços. Segundo testemunhas, não houve a necessidade de socorro médico. Ainda conforme as testemunhas, na hora da colisão os alunos ficaram assustados e começaram a chorar. O acidente aconteceu próximo a comunidade de Gameleira, a cerca de 8 km de Itaquaraí. A Secretaria Municipal de Educação ainda não se manifestou sobre o fato.

O caminhão envolvido no acidente é de uma empresa de perfuração de poços – Foto: 97NEWS

Foto: Ilustrativa

Foi sancionada lei que dispensa o instrutor de trânsito da exigência de habilitação na categoria D, que permite motoristas conduzir veículos que transportam passageiros, para exercer sua atividade (Lei 13.863/2019). A nova regra é proveniente do PLC 29/2018, do então deputado federal e hoje senador, Esperidião Amin (PP-SC), aprovado no Plenário do Senado em 10 de julho de 2019, que modifica a Lei 12.302/2010, que regulamenta a atuação dos instrutores de trânsito. Para a relatora durante a tramitação do projeto, senadora Mailza Gomes (PP-AC), a exigência do mínimo de um ano de habilitação na categoria D é um requisito excessivo e sua supressão não causa dano à formação do condutor e nem à segurança do trânsito.

Foto: Divulgação

A modelo brumadense Juliana Lírio, 20 anos, está brilhando em Salvador após lutar pelo sonho de ser modelo e encarar vários obstáculos para conquistá-lo. Em entrevista ao Correio da Bahia, ela contou que sonhava em ser modelo e,  em junho desse ano, veio a oportunidade. “Soube que uma agência de Chapecó estaria na minha cidade fazendo seletiva para novos talentos. Então decidi participar”, disse. Porém, ela revelou que não possuía dinheiro para se inscrever nessa ação que envolvia workshops e  sessão de vídeos e fotos. Deste modo, buscou a ajuda financeira de familiares e amigos. Passada a primeira fase, mais um desafio:  ir para a segunda etapa do processo, que poderia render um contrato com uma agência, em Salvador. “Já tinha desistido. Entretanto, fiz  pirulitos de chocolate para  arrecadar dinheiro e pagar as pessoas que me ajudaram na primeira fase”, disse a modelo, a qual relatou que foi durante essa venda, que surgiu um anjo da guarda. O dono de uma loja do comércio local de Brumado se comoveu com a história e se ofereceu para pagar a passagem, a hospedagem e a alimentação em Salvador. Dizendo que cabia a ela, pagar a inscrição, com a venda dos pirulitos. Caso não conseguisse,  um estágio na loja estava garantindo. A jovem então  divulgou a história nas redes sociais e conseguiu uma visibilidade, chamando atenção até do organizador do São Paulo Fashion Week, Paulo Borges, que repostou a história no perfil do insta. Hoje, Juliana Lírio está agenciada pela Mega Models Bahia.

Foto: Ilustrativa

O Governo do Estado inicia, nesta segunda-feira (12), uma formação em para alimentação e nutrição para mais de 80 técnicos que atuam no projeto Bahia Produtiva, maior projeto de desenvolvimento rural da Bahia, com objetivo de torná-los multiplicadores para mais de oito mil agricultores familiares de comunidades tradicionais baianas dos 27 Territórios de Identidade da Bahia.

Os profissionais serão capacitados também em desenvolvimento humano, produtividade para o trabalho e renda e sustentabilidade em saúde, meio ambiente, agricultura, atividade física, agronomia, administração e gestão e alimentação.

O evento contempla também treinamento culinário por meio de oficinas de culinária sustentável com PANC – Plantas Alimentícias Não Convencionais, alimentos dos biomas da Bahia como: Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica e elaboração de cartilhas educativas, com receitas da culinária funcional, com PANC e ingredientes da agricultura familiar dos biomas da Bahia, além de conceitos de Segurança Alimentar e Nutricional, entre outros.

A formação dos técnicos será realizada pela nutricionista e diretora da VP-Centro de Nutrição Funcional, Valéria Paschoal. Integram a equipe onze profissionais e pesquisadores de renome nacional e internacional, coordenados pelo Dr. Flávio Luiz Schieck Valente, especialista em Alimentação e Nutrição Clínica, Direitos Humanos, Soberania em Segurança Alimentar e Nutricional, Direito Humano à alimentação e nutrição adequadas.

De acordo com a FAO – organismo das Nações Unidas para alimentação e agricultura, 75% dos alimentos do mundo são gerados a partir de apenas doze plantas e 5 espécies de animais. Apenas 150 a 200 espécies comestíveis são utilizadas pelos humanos e somente o arroz, milho e trigo contribuem com quase 60% das calorias e proteínas de fonte vegetal.

O Bahia Produtiva é um projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), fruto da parceria entre o Estado da Bahia e o Banco Mundial, por meio de acordo de empréstimo. Até o momento já foram financiados 862 projetos em todo estado, que representam investimento de R$ 287,6 milhões. (Secom)

Foto: Ilustrativa

O presidente Jair Bolsonaro tratou com desprezo neste domingo (11/08) a decisão do governo alemão de suspender o financiamento de projetos para a proteção da Amazônia por causa do aumento do desmatamento da floresta.

No sábado, a ministra do Meio Ambiente da Alemanha, Svenja Schulze, disse em entrevista ao jornal Tagesspiegel que o país europeu vai congelar investimentos de 35 milhões de euros (cerca de 155 milhões de reais) que seriam destinados a diferentes projetos de proteção ambiental no Brasil.

Questionado por jornalistas sobre a suspensão dos repasses, Bolsonaro disse que “O Brasil não precisa disso”.

“Ela [Alemanha] não vai mais comprar a Amazônia, vai deixar de comprar a prestações a Amazônia. Pode fazer bom uso dessa grana. O Brasil não precisa disso”, disse o presidente.

Ao ser questionado se o congelamento dos valores não teria impacto na imagem do Brasil no exterior, Bolsonaro respondeu: “A imagem do Brasil? Você acha que grandes países estão interessados na imagem do Brasil ou em se apoderar do Brasil?”

Desde a posse de Bolsonaro, em janeiro, o governo alemão e outros países europeus, como França e Noruega, têm demonstrado preocupação com a forma como Brasília passou a tratar a proteção ambiental e a explosão nos níveis de desmatamento no Brasil.

Na semana passada, dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) confirmaram o aumento significativo no desmatamento da Floresta Amazônica. Em julho deste ano, a devastação do bioma cresceu 278% em relação ao mesmo mês de 2018.

Segundo o Sistema de Detecção do Desmatamento na Amazônia Legal em Tempo Real (Deter), em julho, 2.254,9 quilômetros quadrados de floresta foram devastados.

Um grande aumento do desmatamento já havia sido apontado em junho, quando a devastação da floresta cresceu 88% em relação ao mesmo mês de 2018. A divulgação desses dados causou uma crise entre o Inpe e o governo Bolsonaro, que culminou com a demissão do presidente do instituto.

Na entrevista em que anunciou o congelamento dos repasses, a ministra alemã Svenja Schulze levantou dúvidas em relação ao comprometimento do governo Bolsonaro em reduzir o desmatamento.

“A política do governo brasileiro na Região Amazônica deixa dúvidas se ainda se persegue uma redução consequente das taxas de desmatamento”, declarou a ministra ao jornal alemão, apontando que somente quando houver clareza, a cooperação de projetos poderá continuar.

Para conter o desmatamento florestal, a Alemanha também apoia o Fundo Amazônia, no qual o Ministério alemão da Cooperação Econômica já injetou 55 milhões de euros (por volta de 245 milhões de reais)

Com um volume de quase 800 milhões de euros (por volta de 3,5 bilhões de reais), a maior parcela do Fundo Amazônia é financiada pela Noruega e, uma pequena parte dele, pela Alemanha.

Recentemente, tanto o governo alemão quanto a Noruega reclamaram dos planos do ministro do Meio Ambiente do Brasil, Ricardo Salles, de promover mudanças na gestão do fundo.

Em maio, embaixadores dos dois países, que são os maiores doadores do fundo, admitiram a possibilidade de que o programa venha a ser extinto caso o impasse persista.

Tanto a Alemanha quanto a Noruega mostraram contrariedade com a extinção pelo governo Bolsonaro de dois comitês responsáveis pela gestão do fundo.

Antes disso, os governos alemão e norueguês já haviam rejeitado publicamente a proposta de Brasília de usar parte dos recursos do fundo para indenizar proprietários que vivem em áreas incluídas em unidades de conservação da Amazônia, o que hoje não é permitido. Os europeus também rejeitaram as insinuações do governo brasileiro de que há indícios de irregularidades em contratos do fundo.

Durante a reunião de cúpula do G20, no Japão, em junho, Bolsonaro e integrantes do seu governo também já haviam antagonizado com a Alemanha e outros países europeus que mostraram preocupação com a política ambiental brasileira. Na ocasião, Bolsonaro disse que “os alemães têm a aprender” com os brasileiros e disse que não aceitaria ser “advertido por outros países”.

Já o general Augusto Heleno, titular do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), reagiu de maneira mais exaltada às manifestações do governo alemão e francês.  “Estes países que criticam? Vão procurar a sua turma”, disse o ministro. Ele ainda acusou os europeus de derrubarem suas próprias florestas e insinuou que países da Europa cobiçam as riquezas naturais brasileiras.(DW)

Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Um homem de 39 anos, identificado como Vanilton Santos de Macêdo, foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira (12), dentro de uma pousada localizada na Rua Exupério Pinheiro Canguçu, em Brumado. Segundo informações obtidas pelo site Achei Sudoeste, a polícia já esteve no local realizando o levantamento da ocorrência. Peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) também compareceram ao local a fim de fazer a análise do corpo. A suspeita inicial é de que o hóspede tenha tido um mal súbito, porém o laudo com a causa da morte só será divulgado posteriormente. O homem é natural da cidade de Boquira.