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Senado aprova medidas que ampliam alcance da Lei Maria da Penha

Foto: Divulgação

Em homenagem aos 13 anos de vigência da Lei Maria da Penha (Lei 11.340, de 2006), celebrado nesta quarta-feira (7), o Plenário do Senado aprovou duas medidas de aperfeiçoamento da lei, como forma de ampliar as medidas de prevenção de violência doméstica no país. Também foram designados os parlamentares que farão parte da composição da Comissão Mista de Combate à Violência Contra Mulher (CMCVCM) para este biênio. Um dos projetos aprovados foi o PL 17/2019, que prevê, como medida protetiva a vítimas de violência doméstica, a apreensão imediata de arma de fogo em posse do agressor. O texto segue para sanção presidencial. A medida pretende evitar novos atos de violência contra a mulher. A Lei Maria da Penha já possibilita ao juiz suspender ou restringir a posse de arma de fogo do responsável pela agressão. Mas, com o projeto, ao ser feita a ocorrência de violência doméstica, a autoridade policial pode apreender imediatamente a arma de fogo do agressor como uma das medidas protetivas à vítima. A procuradora da Mulher no Senado, senadora Rose de Freitas (Podemos-ES), defendeu a aprovação do projeto registrando que, quando os agressores têm em seu poder armas de fogo, potencializam o risco contra a vida das vítimas. O mesmo foi destacado pela relatora da matéria na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a senadora Leila Barros (PSB-DF).

Foto: Divulgação

Uma transmissão ao vivo na rede social Instagram em que a doleira Nelma Kodama, condenada na Operação Lava Jato, ensinava a retirar a tornozeleira eletrônica foi alvo de repreensão pelo juiz Danilo Pereira Júnior, da 12ª Vara da Justiça Federal, em Curitiba, nesta quinta-feira (8).

Reportagem do G1 lembra que na terça-feira (6) o juiz autorizou que ela mesma fizesse a retirada do equipamento, usado desde junho de 2016. O juiz também deu prazo de cinco dias para a doleira devolver a tornozeleira à Justiça Federal.

O despacho indica que Nelma divulgou um tutorial de retirada do equipamento, “disponibilizando em diversos meios de comunicação”. No Instagram, por exemplo, ela fez um vídeo ao vivo.

Foto: Divulgação

O ambiente hospitalar é reconhecido como um local de dor e aflição, mas, algumas ações vêm trazendo um alento para os acamados. As Sagradas Escrituras ensinam a prática da misericórdia corporal ao estimular a visita aos enfermos e levar o consolo aos mesmos. Ampliando esse ensinamento cristão, o músico livramentense Alan Cruz vem desenvolvendo o Projeto “Remédico Musical” desde 2008, o qual já se notabiliza não só pela sua qualidade, mas também pelos resultados que vêm apresentando, já que a musicalidade com fins terapêuticos vem se mostrando muito útil na recuperação dos pacientes. Ele, que se formou em Canto Popular na Escola de Música de Brasília, licenciado em música, hoje leva alegria por todo o país, sempre celebrando parcerias com empresários que apoiam o seu projeto. Confira abaixo um dos momentos da visita:

Ele vem visitando os hospitais da região sudoeste e nesta última segunda-feira (05), ele esteve no Hospital Magalhães Neto em Brumado, numa visita que foi marcada por intensa emoção, onde os pacientes, funcionários e corpo médico do hospital se uniram à sincronia musical e parabenizaram o músico pelo seu brilhante projeto. A empresária Lobo que possuí um histórico muito positivo em ações dessa natureza, foi uma das principais responsáveis pela vinda do músico para Brumado. “Realmente foi uma experiência incrível que muito nos emocionou. Alan é uma pessoa iluminada e por onde passa ele leva alegria e positividade com o seu trabalho musical de excelência”, destacou a empresária. A direção do hospital agradeceu a visita e enalteceu a qualidade do projeto.

Foto: Divulgação

O governador Rui Costa (PT) sancionou duas leis voltadas à proteção das mulheres na Bahia. Ambas foram publicadas no Diário Oficial do Estado (DOE) e estão em vigor a partir desta quarta-feira (7). Uma das leis dispõe sobre a obrigatoriedade da fixação de placas contendo, de forma legível e aparente ao público, a lei federal nº 13.718/2018 em diversos espaços e meios de transporte, com o objetivo de combater a importunação sexual contra mulheres. As placas também devem indicar o Disque 180 para denúncia das violações. Segundo o governo, a obrigatoriedade é válida para trios, camarotes, restaurantes, bares, boates e casas de show, além de meios de transporte intermunicipal, hidroviário, rodoviário e metroviário. O descumprimento da lei implicará em multa, que será revertida para ações da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM). Já a outra lei indica que os serviços de transporte intermunicipal de passageiros devem adotar campanhas afirmativas, educativas e preventivas sobre o abuso sexual e a violência contra a mulher sofridos no interior dos veículos coletivos. As campanhas envolverão a confecção de cartazes com instruções para identificação do agressor, acompanhadas dos números da Polícia Militar (190) e da Central de Atendimento à Mulher (180).

Foto: Divulgação

O STF – Supremo Tribunal Federal suspendeu nesta quarta-feira (7), por 10 votos a 1, a transferência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o presídio de Tremembé, no interior de São Paulo. Apenas o ministro Marco Aurélio Mello votou contra. Por maioria, os ministros decidiram manter o petista preso na carceragem da Polícia Federal (PF), em Curitiba, até que a Suprema Corte julgue uma ação que questiona a atuação do ex-juiz Sergio Moro – atual ministro da Justiça – no processo que condenou Lula à prisão pelo caso do triplex do Guarujá.  Relator da Lava Jato no STF, o ministro Edson Fachin foi o primeiro a votar. Ele se posicionou a favor da suspensão da decisão da Justiça Federal de Curitiba que havia determinado, a pedido da Polícia Federal, a transferência do ex-presidente para uma instituição prisional de São Paulo. Fachin, entretanto, rejeitou apenas o pedido da defesa para que o ex-presidente fosse libertado. O voto dele foi acompanhado por outros nove magistrados. Ao se manifestar sobre o caso no plenário do STF, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu que Lula não fosse transferido para um presídio comum. Ela se manifestou a favor de o petista continuar preso na superintendência da PF na capital paranaense ou em uma cela especial, de sala de estado maior, em São Paulo.

Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) ingressou com uma ação civil pública contra o governo estadual para assegurar que alunos com deficiência física ou mental tenham direito a acompanhamento técnico em escolas estaduais dos municípios de Brumado, Aracatu e Malhada de Pedras. Autor da ação, o promotor Millen Castro de Moura quer que o estado seja obrigado a ofertar técnico de educação inclusiva na modalidade adequada às necessidades especiais dos estudantes que precisam de apoio escolar na rede estadual de ensino, de forma contínua, ainda este ano de 2019. “Dado o silêncio esclarecedor do Governo do Estado quanto à contratação dos profissionais, que deveriam estar apoiando os alunos da rede estadual desde o início das aulas, e a necessidade de estes terem esse acompanhamento por conta de suas deficiências, seja individualmente durante as aulas, seja por meio de equipe interdisciplinar no turno oposto, restou ao Ministério Público apenas a alternativa de judicialização da questão quanto aos 26 alunos matriculados neste ano nas escolas estaduais de Aracatu, Brumado e Malhada de Pedras, bem como em relação aos que vierem a ser a partir de então”, disse Castro. Fonte//Acheisudoeste