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Maioria dos baianos vota a favor da reforma da Previdência; Isidório muda posição

Foto: Divulgação

A maioria dos deputados federais baianos votou a favor da reforma da Previdência no segundo turno. Apenas o parlamentar Pastor Sargento Isidório (Avante), que foi alvo de duras críticas, mudou de posição e, desta vez, votou contra a matéria.

Dos 39 deputados baianos, 24 votaram a favor do texto-base, já 15 foram contra. Bacelar (Podemos), que estava ausente no primeiro turno, votou contra a proposta na segunda etapa (veja aqui). Todos os parlamentares baianos do PT, PSB e PCdoB se posicionaram contra a matéria.

Ao todo, o projeto teve 370 votos a favor, 124 contra e uma abstenção (reveja aqui). Confira como votaram os deputados.

A Favor
Abílio Santana (PL)
Adolfo Viana (PSDB)
Alex Santana (PDT)
Antonio Brito (PSD)
Arthur Maia (DEM)
Cacá Leão (PP)
Cláudio Cajado (PP)
Charles Fernandes (PSD)
Elmar Nascimento (DEM)
Igor Kannário (DEM)
João Carlos Bacelar (PL)
João Roma (PRB)
José Nunes (PSD)
José Rocha (PL)
Leur Lomanto Júnior (DEM)
Márcio Marinho (PRB)
Otto Alencar Filho (PSD)
Paulo Azi (DEM)
Paulo Magalhães (PSD)
Professora Dayane Pimentel (PSL)
Raimundo Costa (PL)
Ronaldo Carletto (PP)
Tito (Avante)
Uldurico Júnior (Pros)

Contra
Afonso Florence (PT)
Alice Portugal (PT)
Bacelar (Podemos)
Daniel Almeida (PCdoB)
Félix Mendonça (PDT)
Jorge Solla (PT)
Joseildo Ramos (PT)
Lídice da Mata (PSB)
Marcelo Nilo (PSB)
Mário Negromonte Jr. (PP)
Nelson Pelegrino (PT)
Pastor Sargento Isidório (Avante)
Valmir Assunção (PT)
Waldenor Pereira (PT)
Zé Neto (PT)

Foto: Divulgação

O Brasil conquistou o hexacampeonato Pan-Americano no revezamento masculino 4x100m da natação, na noite desta terça-feira (6), em Lima, no Peru. A equipe brasileira, formada por Marcelo Chierighini, Bruno Fratus, Pedro Spajari e pelo baiano Breno Correia, ganharam a prova com o tempo de 3min12s61, novo recorde da competição. A prata ficou com os Estados Unidos que marcou 3min41s94 e o México fechou o pódio com o bronze ao fazer o tempo de 3min17s70.

O Brasil está invicto no revezamento masculino desde a edição do Pan em Winnipeg. Destaque para Bruno Fratus que esteve presente nas últimas três conquistas, em 2011, 2015 e 2019.

Já a equipe feminina do Brasil colocou a medalha de prata no peito. Etiene Medeiros, Larissa Oliveira, Manuella Lyrio e Daynara de Paula registraram o tempo de 3min40s39. Os Estados Unidos conquistaram o ouro com 3min39s59 e o Canadá foi bronze com 3min41s01.

 

MAIS DOIS OUROS
O Brasil ainda conquistou mais duas medalhas de ouro na noite desta terça. João Gomes, de 33 anos, foi o campeão nos 100m peito com a marca de 59s51, batendo os americanos Cody Miller (59s57) e Kevin Cordes (1min00s27). Enquanto Leonardo de Deus fez história ao sagrar-se tricampeão Pan-Americano nos 200m borboleta com o tempo de 1min55s86. Ele levou a melhor sobre o americano Samuel Pomajevich que ficou com a prata com 1min57s35 e o colombiano Jonathan Gomez que pegou o bronze com 1min57s75.

Outros dois brasileiros ainda colocaram medalhas no peito. Nos 400m livre masculino, Fernando Scheffer (3min49s60) e Luiz Altamir Melo (3min49s91) ficaram com prata e bronze, respectivamente. O americano Andrew Abruzzo (3min48s41) levou o ouro.

Foto: Divulgação

A juíza Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, acolheu pedido da Polícia Federal e da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e autorizou a transferência dele para um presídio em São Paulo, onde continuará cumprindo pena na Lava Jato.
O petista está preso em Curitiba há 1 ano e 4 meses e cumpre pena de 12 anos e um mês de prisão no caso do triplex do Guarujá (SP).

Foto: Ilustrativa

Cientistas americanos desenvolveram um exame de sangue que pode detectar o Alzheimer até vinte anos antes de a doença manifestar sintomas graves, como a perda de memória. Segundo os pesquisadores, a precisão dos resultados do teste na identificação de alterações cerebrais chega a 94%. A novidade — que ainda deve levar alguns anos para ser disponibilizada no mercado — pode significar avaliações mais rápidas e baratas para prever o risco de desenvolver a demência. Atualmente, os únicos métodos de verificação da doença são o PET-Scan, um tipo de tomografia computadorizada extremamente cara (entre 3.500 e 4.000 reais), e a coleta de líquido cefalorraquidiano, que é um procedimeneto invasivo, uma vez que retira fluido da medula espinhal. Por causa disso, muitas pessoas deixam de fazer os testes de detecção precoce do Alzheimer. O novo exame, no entanto, poderia mudar essa realidade. De acordo com a equipe, o exame de sangue é capaz de indicar o acúmulo da proteína beta-amiloide no cérebro — um dos principais indicativos da doença —, além de ponderar outros dois fatores de riscos: a idade (quanto mais velha a pessoa é, maiores são os riscos de desenvolver Alzheimer) e a presença do gene apolipoproteína E (apoE4) — um fator genético que indica quão suscetível ao problema o indivíduo é. Os resultados foram publicados na revista Neurology e apresentados na Conferência da Associação Internacional de Alzheimer, que aconteceu no mês passado.

Foto: Divulgação

O ministério da Saúde lançou três chamadas públicas de pesquisa em doenças transmissíveis e negligenciadas, no valor total de R$ 50 milhões. Esse é o maior investimento já feito pela pasta nesta temática em um mesmo ano. Serão R$ 24 milhões para pesquisas sobre doenças transmissíveis e negligenciadas; R$ 10 milhões exclusivamente para pesquisas sobre malária; e R$ 16 milhões para estudos destinados à tuberculose, no âmbito do BRICS (bloco econômico de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

“Esse é um recurso destinado às pesquisas sobre doenças que interessam ao Sistema Único de Saúde (SUS), mas foram historicamente negligenciadas, como malária, leishmaniose e doença de chagas. São doenças ainda muito presentes e nós temos que achar soluções para elas”, afirmou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

O Ministério da Saúde destacou que as chamadas serão publicadas no site do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) ainda neste ano. Os projetos terão duração de 36 meses, e o apoio financeiro do Ministério da Saúde pode variar entre R$ 500 mil e R$ 2 milhões. Os três temas selecionados como objetos das pesquisas foram construídos com base na agenda de prioridades do Ministério da Saúde.

Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde acaba de lançar o programa “Médicos pelo Brasil” em evento, em Brasília, na manhã desta quinta-feira (1º). Substituto do “Mais Médicos”, o novo programa visa ampliar em sete mil vagas a oferta de médicos em áreas mais carentes. A fim de atrair esses profissionais, os salários serão de até R$ 21 mil no primeiro ano de atuação, com contratação via CLT.

Os profissionais contratados serão alocados nos municípios onde há os maiores vazios assistenciais. De acordo com a pasta, juntas, as regiões Norte e Nordeste do país vão receber 55% do total de vagas. Ao todo, serão 18 mil vagas previstas, sendo cerca de 13 mil em cidades de difícil provimento.

Os médicos do programa vão atuar na Atenção Primária à Saúde (APS), onde as doenças mais frequentes, como diabetes, hipertensão e tuberculose, são acompanhadas. O ministério defende que a proximidade da Equipe de Saúde da Família (ESF) com a comunidade vai permitir que se conheça melhor o cidadão e, com isso, se garanta maior adesão aos tratamentos e às intervenções médicas propostas.

“A ampliação do acesso a esses serviços nas Unidades de Saúde da Família é prioridade do Governo Federal. Assim, vamos promover a qualidade de vida da população e intervir nos fatores que colocam a saúde em risco, como falta de atividade física, má alimentação, uso de tabaco, dentre outros. Também vai trazer para perto da comunidade serviços como consultas médicas, exames, vacinas, radiografias e pré-natal para gestantes”, defende o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Dessa forma, o governo estima que será possível resolver cerca de até 80% dos problemas de saúde, sem a necessidade de intervenção na emergência de Unidades de Pronto-Atendimento ou de hospitais.

Municípios interessados em participar do programa deverão assinar um Termo de Adesão, onde serão definidas as responsabilidades dos gestores municipais, principalmente no que tange à oferta de estrutura adequada para a realização do trabalho do médico.

 

ZONAS PRIORITÁRIAS

Para concluir quais seriam as áreas priorizadas, o governo federal adotou a metodologia do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), feito com base em estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A entidade classifica as cidades em espaços rurais e urbanos, a partir do tamanho da população, densidade demográfica e distância de grandes centros urbanos. Isso permitiu a divisão dos municípios em cinco categorias: rurais remotos, rurais adjacentes, intermediários remotos, intermediários adjacentes e urbanos.

As três primeiras, que concentram 3,4 mil cidades, serão priorizadas. Dessa forma, elas poderão incluir todas as equipes de Saúde da Família no programa Médicos pelo Brasil. Todas as Unidades de Saúde da Família ribeirinhas e fluviais e os Distritos Sanitárias Especiais Indígenas (DSEIs) também serão tratados como prioridade.

 

SELEÇÃO DOS MÉDICOS

Os médicos interessados em participar do programa serão selecionados por meio de um processo seletivo eliminatório e classificatório, que contemplará os cargos de médicos de família e comunidade e tutor médico. No primeiro caso, serão selecionados profissionais com registro no Conselho Federal de Medicina (CFM). Os aprovados na prova escrita serão alocados em USF pré-definidas pelo ministério para a realização do curso de especialização em Medicina de Família e Comunidade.

Já no caso dos tutores, a seleção será feita já com especialistas em Medicina de Família e Comunidade ou de Clínica Médica com registro no conselho. Nesse caso, os aprovados na prova escrita já ingressam no serviço e assume a responsabilidade pelo atendimento à população nas USF definidas e pela supervisão dos demais ingressantes no programa durante o período de especialização.

 

REMUNERAÇÃO

Segundo o plano divulgado pelo ministério, ao longo dos primeiros anos no programa, os profissionais em fase de especialização vão receber uma bolsa-formação no valor de R$ 12 mil mensais líquidos, com gratificação de R$ 3 mil adicionais para locais remotos e de R$ 6 mil adicionais para DSEIs e localidades ribeirinhas e fluviais. Se aprovados no curso, eles vão adquirir a titulação e ser incorporados no corpo de profissionais das USF em que se formaram.

Essa contratação via CLT possui quatro níveis salariais, com progressão a cada três anos de participação, gratificação por desempenho vinculada ao alcance de indicadores de qualidade de atendimento e satisfação das pessoas atendidas. O primeiro nível salarial pode chegar até R$ 21 mil e, gradativamente, ser acrescido até R$ 31 mil. Os médicos no cargo de tutor terão ainda gratificação de R$ 1 mil. (Atualizada às 12h51)