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Luto: Ex-presidente da Câmara de Vereadores de Brumado morre aos 77 anos de idade

Foto: Divulgação

O ex-vereador e presidente do Poder Legislativo na década de 80, Claudivino Joaquim de Oliveira, o popular “Coló”, acabou falecendo nesta segunda-feira (10) no Hospital Municipal Magalhães Neto. Muito querido e conhecido pela sua simpatia e riso fácil, “Coló”, que estava com 77 anos de idade, acabou sendo vítima de um agravamento de uma diabetes. Natural do Distrito de Arapiranga, municipio de Rio de Contas, ele deixa 5 filhos, 3 netos e um bisneto. O corpo está sendo velado na sede da Câmara de Vereadores e o sepultamento irá ocorrer hoje às 16h no Cemitério Senhor do Bonfim (cemitério antigo). Fonte//brumadourgente

Foto: Divulgação

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar, nesta terça-feira (11), um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que pode colocá-lo em liberdade. Segundo o jornal Estado de São Paulo, o recurso começou a ser discutido em abril deste ano no plenário virtual do STF, mas um pedido de destaque do ministro Gilmar Mendes no dia 12 do mesmo mês interrompeu o julgamento e fez com que o processo seja discutido agora presencialmente pelos ministros. Em conversas reservas, ministros do STF acreditam que a sessão pode servir também para dar recados ao ex-juiz federal Sergio Moro após supostas mensagens trocadas por ele e o coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol.

Foto: Ilustrativa

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os ex-ministros Antônio Palocci, Paulo Bernardo e o empresário Marcelo Odebrecht viraram réus na Justiça Federal de Brasília, acusados de receberem propina da empreiteira em troca de apoio político. O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF). Este é o sétimo processo em que o ex-presidente é réu e que ainda não foi julgado.

“A peça acusatória está jurídica e formalmente apta e descritiva”, escreveu o juiz Vallisney em sua decisão de apenas duas páginas, acrescentando que ela veio “acompanhada de documentação pertinente (vídeos, mensagens de e-mails, planilhas, relatórios policiais e outros documentos)”. O recebimento da denúncia não significa a condenação. Os réus ainda serão julgados e, só ao fim do processo, serão considerados culpados ou inocentes.

De acordo com a denúncia, a Odebrecht prometeu R$ 64 milhões a Lula e outros integrantes do PT em 2010 em troca de decisões políticas que beneficiassem a empresa. Entre essas decisões está, por exemplo, o aumento da linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para obras tocadas pela companhia em Angola.

Uma das contrapartidas pedidas pela Odebrecht seria o aumento de um empréstimo concedido a Angola pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no valor de R$ 1 bilhão. Depois disso, a empresa, contratada para realizar obras na Angola, recebeu parte dos valores.

Lula, Palocci e Paulo Bernardo são suspeitos de terem recebido o valor em propina da empresa. De acordo com o MPF, o dinheiro teria sido colocado à disposição do PT. Os três são acusados do crime de corrupção passiva. Na Odebrecht, além de Marcelo, outros dois executivos ligados à empresa viraram réus: Ernesto Sá Vieira Baiardi e Luiz Antônio Mameri. Os três são acusados de corrupção ativa.

A defesa de Lula diz que a abertura da ação penal “reforça o uso perverso da lei e dos procedimentos jurídicos para fins políticos”. Segundo a nota, assinada pelo advogado Cristiano Zanin, “Lula jamais solicitou ou recebeu qualquer vantagem indevida antes, durante ou após exercer o cargo de Presidente da República”.

“Lula sequer foi ouvido na fase de investigação, uma vez que claramente não tem qualquer relação com os fatos. Seu nome somente foi incluído na ação com base em mentirosa narrativa apresentada pelo delator que recebeu generosos benefícios para acusar Lula”, diz a nota.

O juiz Vallisney também deu um prazo de dez dias para que os réus possam se manifestar, “oportunidade em que poderão exercer a ampla defesa e, ainda, arrolar testemunhas (com fornecimento de completa qualificação e endereços respectivos”.

A denúncia foi feita inicialmente pela Procuradoria-Geral da República (PGR), quando o processo estava no Supremo Tribunal Federal (STF). Depois, parte dele, incluindo a parte envolvendo Lula, desceu para a primeira instância. Lá, a Procuradoria da República no Distrito Federal ratificou a denúncia.

Foto: Divulgação

Uma cena não muito comum está provocando revolta na população de Rio do Antônio. Sem coveiro responsável pelo cemitério localizado no distrito de Ibitira, os próprios parentes tem que fazer a cova para conseguir sepultar um ente querido. Segundo os moradores da localidade, quando a família não realiza a abertura da cova eles tem que desembolsar de R$ 150 a R$ 200 para pagarem particulares para abrirem o buraco. “Já basta a situação do sofrimento pela morte, ainda temos que enfrentar esse transtorno. Isso é um descaso muito grande para conosco. Fico muito triste como cidadão. Para isso pagamos os impostos e temos o direito ter um coveiro”, disse um morador de Ibitira. Que ainda acrecentou. “A família se sentiu em uma situação constrangedora”. A família havia informado a Prefeitura sobre o sepultamento, mas como nenhum funcionário não compareceu, a família precisou abrir a cova. A prefeitura municipal não se manifestou sobre o assunto. Fonte//97news

Foto: Divulgação

A Anvisa convocou a diretoria colegiada para discutir, na próxima terça (11), se abre consulta pública para tratar do cultivo de cânabis para fins medicinais e científicos no Brasil. A consulta deve abordar requisitos técnicos e administrativos para o plantio.

Outra proposta a ser debatida diz respeito a procedimentos para registro e monitoramento de medicamentos à base de cânabis, seus derivados e análogos sintéticos.

É o primeiro passo rumo à regulação da produção da planta no Brasil, uma demanda de empresas da área que represam investimentos à espera de normas.

O ex-presidente da Anvisa Jarbas Barbosa havia prometido ao setor uma consulta com proposta sobre o tema, mas terminou seu mandato, em 2018, sem lançá-la. Recentemente, o diretor Renato Porto manifestou interesse na questão.

A ação demonstra que é possível ampliar a legislação sobre cânabis mesmo no governo de Jair Bolsonaro.

Pacientes brasileiros que precisam de canabidiol, substância extraída da maconha para uso terapêutico, só têm acesso ao medicamento por meio de importação. O processo é caro e precisa ser autorizado anualmente pela agência.

Fazendo importação, um tratamento para ansiedade pode custar R$ 200 por mês. Para epilepsia chega a custar R$ 1.500 mensais.

É possível adquirir um único produto chamado Mevatil, que tem registro aqui.

Em 2018, a Anvisa contabilizou 2.371 novos pedidos de licença para importação da substância e 1.242 revalidações. Já no primeiro trimestre deste ano, a agência permitiu que 885 brasileiros passassem a importar o canabidiol.

Foto: Divulgação

A Caixa Econômica Federal fez um anuncio de que vai reduzir as taxas de juros do financiamento para compra de imóveis. O banco também anunciou novas possibilidades para renegociação de empréstimos em atraso, conforme anunciado nesta quarta-feira (5).

Os empréstimos concedidos por meio do Sistema Financeiro de Habitação, a taxa foi reduzida de TR+8,75% para TR+8,5%. As taxas valem para empréstimos assinados a partir do próximo dia 10, informou a Caixa, segundo o G1.

O sistema que financia imóveis de até R$ 1,5 milhão, a pessoa pode consultar o saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Para o Sistema Financeiro Imobiliário, utilizado para financiar imóveis acima de R$ 1,5 milhão, a taxa cairá de TR+9,75% para TR+8,5%, redução de 1,25 ponto percentual.

Os empréstimos para clientes sem nenhum tipo de relacionamento com a Caixa, chamada “taxa de balcão”, os juros passam de TR+11% para TR+9,75%.

As mudanças entram em vigor na próxima segunda-feira (10).

O banco também divulgou novas possibilidades de renegociação de financiamento imobiliário em atraso, sem aumento do prazo do contrato.

De acordo com a Caixa, do total de 5,2 milhões de contratos em vigor, 589 mil (11%) têm algum tipo de atraso e somam R$ 10,1 bilhões. Esses contratos impactam 2,3 milhões de pessoas.