--:--
--:--
  • cover
    Alberto Lopes

--:--
--:--
  • cover
    Alberto Lopes

Crise Financeira: Governo de Guajeru anuncia que não realizará os festejos de São Pedro

Foto:  Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em nota publicada nesta segunda-feira (06), o Governo de Guajeru informou que não realizará os festejos de São Pedro e a Cavalgada em 2019. Segundo a prefeitura, a medida visa priorizar a continuidade do pagamento do funcionalismo municipal e dos fornecedores, bem como priorizar os serviços públicos essenciais, vez que as verbas repassadas pelo Governo Federal ao Município, por si só, não são suficientes para cobrir as despesas com saúde, educação e assistência social. A nota também ressalta que Guajeru possui a mais baixa arrecadação do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) por causa da diminuição da população, contando, atualmente, com 7.239 habitantes. “Portanto, a bem do serviço público, lamentavelmente é necessário deixar de realizar os festejos de São Pedro no corrente ano, evitando-se vultosas despesas para as finanças municipais, o que causaria desequilíbrio fiscal e consequentes transtornos para nossa população”, disse. O prefeito Gil Rocha lamentou que essa tenha sido a única alternativa encontrada pela gestão e afirmou que sabe da importância dos festejos de São Pedro e da Cavalgada para o município e para a população, porém, segundo ele, não podem ser comprometidos serviços essenciais.

O governador em exercício João Leão (PP) não deve ficar na cadeira até o retorno de Rui Costa ao Brasil. A razão: uma missão internacional entre os dias 10 e 16 de maio. Com a ausência de Leão da cena política, o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Nelson Leal (PP), será, pela primeira vez, governador interino.

De acordo com o site Metro1, a iniciativa de Leão é uma tentativa de deixar Leal “sentir o gostinho” de ser governador, mesmo que por alguns dias. A articulação para que o progressista se tornasse presidente da AL-BA aconteceu exatamente durante uma viagem internacional de Rui Costa, em novembro de 2018, quando o vice-governador estava em exercício da função de chefe do Executivo.

Questionado pelo Bahia Notícias, o presidente do Legislativo afirmou não ter informações sobre essa rápida passagem pela governadoria. Leal informou ainda que tem uma reunião agendada com Leão na próxima sexta-feira (10), quando estaria programado o início da viagem do vice para Portugal.

Uma ação continuada de vandalismo realizada em apenas dois dias (domingo e segunda-feira, 5 e 6) provocou a depredação do patrimônio público em diferentes pontos da cidade. Foram depredados o Estádio Municipal Oderlange Pereira, dois banheiros públicos na praça Rodrigo Alves Teixeira, no centro de Jussiape, e um banco de concreto e madeira, na altura do Bairro do Campo. Já no dia seguinte (6) também o escritório da Embasa na cidade amanheceu invadido, a porta do escritório da empresa foi arrombada, mas, no local só havia papéis e móveis. Mas até o momento, nenhum suspeito foi identificado. Não se sabe também se a motivação de quem invadiu o escritório da Empresa Baiana de Água e Saneamento tem alguma ligação com a causa da onda de vandalismo em Jussiape.

Na prática desses atos apenas um suspeito foi identificado, mas a polícia ainda não revelou o nome. Também não há informações se as ações de vandalismo e destruição dos patrimônios públicos estão associadas, de algum modo, a uma causa específica ou se os atos foram isolados. Coincidência ou não, pelo menos quatro pontos foram alvos de vandalismo em Jussiape.

O mais intrigante e assustador é que o vandalismo foi marcado por frases com provocações e ameaças escritas no local. O alvo dessas ameaças é o secretário de Governo e Administração de Jussiape, Everton Novaes, e um outro funcionário da prefeitura. Assustador, porque, apesar de cidade pacata e com baixos índices de violência, Jussiape foi marcada por um crime brutal em 2012, quando foram assassinados a tiros um prefeito e a primeira-dama e mais, coincidentemente, vítima do mesmo atirador, um funcionário da Embasa. 

 

O prejuízo gerado pelo vandalismo ainda não foi divulgado pela Prefeitura.

 

Prefeito anuncia que tomará as medidas cabíveis

De acordo com a prefeitura, Jussiape será incluída no projeto de monitoramento por câmeras para tentar coibir esse tipo de crime. As providências já foram tomadas de imediato a partir desta segunda-feira (6). A polícia ainda não tem pistas de quem possa ter provocado o vandalismo, mas faz buscas pela região para tentar identificar os autores.

“Nós acreditamos que possamos coibir essas ações de vandalismo que, ao invés de gastar dinheiro consertando o que foi estragado, melhor investir em monitoramento de câmaras”, afirmou o prefeito Dr. Éder Aguiar.

Fontes e fotos:JussiUp/JussiapeTerraQuerida

A quadrilha presa durante uma operação da Polícia Militar na manhã desta terça-feira (7), em Brumado, se preparava para assaltar bancos na região. Segundo apurou o 97NEWS, os ataques aconteceriam na Região Sudoeste. Toda operação que culminou na prisão dos assaltantes começou quando a Polícia recebeu um alerta geral sobre o roubo de três caminhonetes na região Oeste da Bahia. Já em Brumado, um policial da inteligência da PM que estava na saída da cidade, ao perceber a movimentação estranha de cinco elementos em picapes pela cidade, acionou via Cicom o apoio de várias viaturas para abordagem, ao perceberem a chegada das guarnições, os cinco elementos fugiram em direção à residências localizadas no bairro Rodoviário. Houve troca de tiros entre os bandidos e a equipe. Quatro criminosos foram presos.

Um indivíduo ainda está foragido, mas a PM já está em busca deste quinto elemento. De acordo com a Polícia Militar, a quadrilha se preparava para atacar bancos da região. A PM não confirmou se o bando agiria em Brumado. Na operação, os agentes apreenderam ainda, 01 picape Ranger e 02 Hillux, ambas com placas de Brasília (DF). Todos os veículos tem registro de roubo. Desde o ano passado, a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) da Bahia tem realizado esforços para diminuir ataques de quadrilha à bancos no Estado.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado a 12 anos e um mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP) e que teve seu pedido de habeas corpus negado na madrugada desta quinta-feira (5), responde ainda a outros processos na Justiça. Confira abaixo.

 Obstrução

O primeiro processo no qual Lula se tornou réu refere-se a uma denúncia de obstrução de Justiça feita pelo Ministério Público Federal em Brasília. A ação foi aceita pelo juiz Ricardo Augusto Leite, da 10ª Vara Federal da capital, e acusa o ex-presidente de ter tentado comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

O petista é réu com seu amigo pecuarista José Carlos Bumlai, o banqueiro André Esteves, o ex-senador Delcídio do Amaral e mais três pessoas. O grupo teria articulado para tentar evitar que Cerveró fizesse um acordo de delação premiada com o MPF.

 África

Lula responde por corrupção passiva, tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa em um processo sobre obras da Odebrecht em Angola, na África, que corre na 10ª Vara Federal de Brasília, sob o comando do juiz Vallisney de Souza Oliveira. O caso é fruto da Operação Janus, um desdobramento da Lava Jato.

Segundo o Ministério Público Federal, o ex-presidente teria usado sua influência para conseguir contratos para a construtora no país africano, em obras financiadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Bndes).

 Em troca, a Odebrecht teria feito “repasses” que totalizaram R$ 30 milhões a Lula, principalmente por meio de pagamentos de palestras ministradas pelo petista. Além disso, o inquérito inclui a Exergia, empresa de seu sobrinho Taiguara Rodrigues dos Santos subcontratada pela empreiteira para atuar em seus projetos em Angola.

A companhia, embora com pouca trajetória no mercado, teria recebido R$ 20 milhões da Odebrecht entre 2009 e 2015. Taiguara também é réu no processo, assim como Marcelo Odebrecht e mais oito pessoas.

 Caças

A conturbada compra de caças pelo governo brasileiro também levou Lula ao banco dos réus. No âmbito da Operação Zelotes, o ex-presidente é acusado de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa ao, supostamente, ter tentado interferir na aquisição de 36 aviões militares da fabricante sueca Saab.

Além disso, o Ministério Público diz que o petista teria negociado a prorrogação de medida provisória que concedia incentivos fiscais para montadoras de automóveis. O objetivo seria beneficiar as empresas MMC Automotores, subsidiária da Mitsubishi no Brasil, e Caoa, distribuidora das marcas Ford, Hyundai e Subaru no país.

 Assim como a Saab, as duas companhias eram clientes do escritório de lobby Marcondes & Mautoni, que teria repassado cerca de R$ 2,5 milhões a Luís Cláudio, filho de Lula. Os dois episódios teriam ocorrido quando o petista já havia deixado o Palácio do Planalto. O caso tramita na 10ª Vara do Distrito Federal, a do juiz Vallisney.

 

Apartamento

Novamente no âmbito da Lava Jato, Lula é réu na Justiça Federal de Curitiba por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um processo sobre a compra de um terreno para seu instituto em São Paulo e de um apartamento vizinho ao imóvel onde ele reside, em São Bernardo do Campo. Os dois negócios estariam ligados ao pagamento de propina pela Odebrecht.

A área que sediaria a fundação do ex-presidente foi adquirida em novembro de 2010 pela DAG Construtora, que pertence a um empresário ligado a Marcelo Odebrecht. Segundo a Polícia Federal, a empreiteira estaria por trás da compra – o terreno não virou sede do Instituto Lula e hoje está em nome de uma incorporadora.

Já o apartamento teria sido comprado por Glaucos da Costamarques, primo de José Carlos Bumlai, e alugado gratuitamente ao petista por meio de um contrato celebrado em nome da ex-primeira-dama Marisa Letícia, morta no início de 2017. De acordo com a Polícia Federal, o ex-presidente utiliza o imóvel desde 2003 e é seu verdadeiro dono.

Já os advogados de Lula afirmam que o terreno chegou a ser oferecido a seu instituto, mas que não houve interesse na aquisição. Além disso, defende que o petista paga regularmente o apartamento vizinho ao seu em São Bernardo do Campo, em um negócio de âmbito “estritamente privado”.

 Sítio

Lula responde por corrupção e lavagem de dinheiro no caso referente a um sítio em Atibaia (SP) que teria sido reformado por Odebrecht e OAS em favor da família do ex-presidente, em troca de contratos na Petrobras. O caso corre no tribunal de Sérgio Moro.

Medidas Provisórias

Por fim, o líder petista é réu por suposta venda de uma medida provisória, em 2009, que prorrogou incentivos tributários para o setor automotivo. O Ministério Público Federal diz que a lei teve como contrapartida o pagamento de mais de R$ 30 milhões em propinas para intermediários e agentes políticos. A denúncia faz parte da Operação Zelotes e foi acatada pelo juiz Vallisney de Souza Oliveira.

STF

O ex-presidente também foi denunciado pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, junto com Dilma Rousseff e ex-ministros dos governos petistas. Eles são acusados de integrar uma organização criminosa entre 2002 e 2016, supostamente liderada por Lula. A denúncia ainda não foi acatada pelo Supremo Tribunal Federal.

Fonte: revista ISTOÉ.

Os professores das universidades estaduais da Bahia conseguiram reverter, na Justiça, a decisão do governo do Estado de cortar o salário da categoria que está em greve há um mês.  Em decisão publicada nesta segunda-feira (6), o desembargador Jatahy Júnior, do Tribunal de Justiça (TJ-BA), concedeu medida liminar para que o estado, em um prazo de 72 horas, efetue o pagamento dos salários do mês de abril de 2019 e eventuais meses subsequentes. Os valores devem ser corrigidos e atualizados.  O governador da Bahia, Rui Costa (PT), decidiu que cortar o salário dos professores universitários em greve, segundo confirmou ao Bahia Notícias a assessoria de comunicação. Os docentes da Uneb (Universidade do Estado da Bahia), Uesc (Universidade Estadual de Santa Cruz), Uefs (Universidade Estadual de Feira de Santana) e Uesb (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia) fazem parte do movimento paredista.  Na decisão, o TJ-BA determinou ainda que o estado restabeleça os atendimentos aos docentes pelo Planserv. A cobertura do plano médico estadual teria sido interrompido com o corte de salários.