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Mangueira ganha Estandarte de Ouro com enredo sobre os heróis da resistência no Brasil

Foto: Divulgação

A Estação Primeira de Mangueira ganhou o prêmio Estandarte de Ouro, oferecido pelo jornal O Globo, de melhor escola do Grupo Especial em 2019. A verde e rosa levou para a avenida enredo que recontou a história do Brasil por meio de heróis da resistência negros e índios. Com o estandarte de ouro, a Mangueira teve reconhecido o desfile por completo – samba enredo, alegorias, fantasias, evolução. Em busca de seu 20º título, escola desconstruiu na avenida a imagem de figuras históricas como a Princesa Isabel, Dom Pedro I e Pedro Álvares Cabral. Com 3500 componentes, a escola verde e rosa apresentou heróis como o guerreiro Sepé Tiaraju, que tentou evitar o massacre dos Guaranis pelas tropas de Portugal e da Espanha. O enredo “História pra ninar gente grande” foi assinado pelo carnavalesco Leandro Vieira e contado em 24 alas e cinco alegorias. Em busca de seu 20º título, a Mangueira trouxe uma bandeira do Brasil com as cores da escola, no final do desfile. A comissão de frente buscou desconstruir a imagem de figuras históricas como a Princesa Isabel, o bandeirante Domingos Jorge Velho, o Marechal Deodoro da Fonseca, o Dom Pedro I e Pedro Álvares Cabral. Organizado desde 1972 pelo Jornal O Globo, o Estandarte de Ouro é reconhecido como a segunda premiação mais importante do carnaval carioca.

Foto: G1

A Mancha Verde foi consagrada como a grande campeã do Carnaval 2019 de São Paulo. Esse foi o primeiro título da escola. a apuração aconteceu na tarde desta terça-feira (5), no sambódromo do Anhembi.

A escola desfilou em 2019 com o enredo “Oxalá, salve a princesa! A saga de uma guerreira negra” e contou a história da princesa africana Aqualtune. Durante o desfile foram abordados temas como a escravidão, intolerância religiosa e direitos humanos.

Entre as escolas rebaixadas para o grupo de acesso em 2020 estão a Vai-Vai e Acadêmicos do Tucuruvi. A Vai-Vai ficou em último lugar com 268,8 pontos, a escola é a maior campeã do carnaval de São Paulo com 15 títulos e esta foi a primeira vez que foi rebaixada.

Foto: Ilustrativa

Passado um ano desde o fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, sindicatos de trabalhadores e de patrões tiveram os recursos reduzidos, de acordo com o Estadão. Dados apurados pelo veículo indicam que em 2018, primeiro ano cheio da reforma trabalhista, a arrecadação do imposto apresentou queda de quase 90%, de R$ 3,64 bilhões em 2017 para R$ 500 milhões no ano passado. A tendência é que o valor seja ainda menor neste ano.

Entre as consequências da redução de arrecadação está a queda dos repasses às centrais, confederações, federações e sindicatos tanto de trabalhadores como de empregadores. Conforme o Estadão, muitas das entidades admitem a necessidade de terem de se reinventar para manter estruturas e prestação de serviços.

Foto: Ilustrativa

A Bahia teve um aumento no número de registros de violência contra mulheres. No ano passado, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostrou que foram abertos 38.670 processos judiciais de violência contra a mulher, o que dá 67 processos abertos a cada dia ou quase três ações judiciais a cada hora. O número de mulheres vítimas de violência no Estado, contudo, ainda pode ser maior, sobretudo porque nem todos os casos são denunciados e nem todos os que que chegam às delegacias viram processo judicial por vários motivos, sendo o principal deles quando a vítima retira a queixa dada pelo agressor. O índice também tem chegado com força no interior, como é o caso de Brumado. Para a coordenadora do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) Chico Xavier, Janine Caldeira, os números podem ser maior. Isso porque muitos casos não chegam a ser registrados pela polícia. “No ano passado, a gente chegou a atender 31 casos de mulheres vítimas de violência doméstica. As pessoas podem pensar que é pouco, mas para uma cidade do tamanho de Brumado não é não”, relatou. Muitas vezes a ameaça não é física, mas psicológica como no caso das ameaças. “Não estão catalogados os casos que vão na Defensoria, os registros da Polícia Militar ou do sistema de saúde”, afirmou. O medo ainda é o principal fator que desestimula as vítimas registrar casos de violência nas delegacias. Mas para a coordenadora, a falta de estrutura ainda é o grande gargalo para as vítimas de violência. “Em caso de denúncia, como em Brumado não existe uma casa de acolhimento, a mulher que corre risco iminente de morte é assistida pelo Creas”, comentou Janine. Conforme Caldeira, a equipe do centro entra em contato com uma casa de acolhimento em Salvador a fim de fazer o encaminhamento da vítima e de sua família. “Isso tudo é muito rápido, a mulher não pode nem regressar pra casa”, completou. Para denunciar casos de violência doméstica, o Creas disponibiliza o número (77) 99958-5535 (whastapp).

Foto: Ilustrativa

Não é só o efeito sanfona que é prejudicial para o organismo. O mesmo método quando aplicado aos padrões do sono pode afetar o relógio biológico interno e até o que come. Os especialistas alertam que as horas extras de descanso não ajudam a revitalizar o corpo e a mente após uma semana de pouco descanso. Não dormir horas suficientes tem consequências para a saúde, afirma o Sistema Nacional de Saúde Britânico (NHS), sendo oito horas de sono por noite o ideal. Menos do que isso fragiliza o sistema imunológico, deixando as pessoas com risco maior de contraírem doenças, como gripes e resfriados, desenvolverem obesidade, diabetes tipo 2 e transtornos psicológicos, como depressão e ansiedade. Sono ‘ioiô’ faz mal à saúde. Pode ser tentador dormir até mais tarde no final de semana, na esperança de compensar o tempo perdido. Porém, uma pesquisa recente da Universidade de Colorado, nos Estados Unidos, revela que a prática não funciona. “Os dados que apuramos sugerem que dormir mais ao fim de semana não é uma estratégia à qual o corpo responda positivamente, pelo contrário. Aliás, mudar consecutivamente as nossas rotinas de descanso, horas para a frente e para trás – alterando o horário em que ingerimos as refeições e mudando o nosso relógio circadiano e depois voltando a dormir pouco durante a semana, é algo incrivelmente destrutivo para o organismo”. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em média nos países desenvolvidos umas em cada três pessoas apresentem algum tipo de distúrbio do sono.

 

Foto: Ilustrativa

As contribuições dos trabalhadores para os sindicatos não poderão mais ser descontadas diretamente do salário. Uma medida provisória (MP) assinada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, determina que o chamado imposto sindical deva ser pago exclusivamente por boleto bancário. De acordo com a Veja, publicada na sexta-feira, 1º, em edição extra do Diário Oficial da União, a MP 873 aprofunda alterações na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O texto vale imediatamente, mas precisa ser aprovado pelo Congresso em até 120 dias para virar lei. Caso seja rejeitada pelos deputados e senadores, a medida perde validade e a regra antiga volta a vigorar. Desde a reforma trabalhista que entrou em vigor em 2017, a contribuição sindical deixou de ser obrigatória. Os trabalhadores precisam manifestar a vontade de contribuir para o sindicato da categoria, mas as empresas podiam continuar a descontar diretamente da folha dos empregados. O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, explicou, em sua rede social, que a medida provisória teve como objetivo esclarecer a natureza facultativa da contribuição sindical. Segundo ele, alguns juízes continuavam a determinar o desconto automático em folha.