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Homem é preso por lesão corporal e ameaça contra ex-companheira em Malhada

Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

A 38ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), prendeu um homem suspeito de agredir e ameaçar a ex-companheira no Povoado Lagoa do Arroz, zona rural de Malhada.

A ocorrência foi registrada na tarde deste domingo (08), por volta de 18h. A guarnição foi acionada pela vítima, que relatou ter sido agredida com socos e chutes na cabeça pelo ex-marido, motivado por ciúmes. Após as agressões, o suspeito teria fugido do local, mas ainda teria ameaçado retornar para continuar as agressões.

Durante o atendimento da ocorrência, a vítima apresentou aos policiais uma medida protetiva contra o agressor. Inicialmente, o documento aparentava estar com o prazo expirado, porém a vítima informou que a medida havia sido renovada, o que foi posteriormente confirmado na delegacia.

Enquanto a guarnição realizava o atendimento, um veículo que, segundo a vítima, pertencia ao irmão do acusado passou em frente à residência. Diante da suspeita de que o agressor poderia estar no interior do automóvel, os policiais realizaram o acompanhamento e abordagem do veículo, localizando o suspeito.

O homem foi detido e conduzido juntamente com a vítima à Delegacia de Polícia Civil em Guanambi, onde permaneceu à disposição da autoridade policial. *Com informações do Achei Sudoeste

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) revelou nesta segunda-feira (9) que já reuniu as  27 assinaturas necessárias para a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a conduta dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, no escândalo do Banco Master.

“Vamos continuar a coleta até um número mais seguro e em seguida o pedido será protocolado. Sem condenação antecipada, mas com muita firmeza, vamos realizar uma investigação absolutamente necessária para resgatar a confiança dos brasileiros nas instituições”, disse o senador nas redes sociais.

“O Brasil só será uma verdadeira república democrática quando todos estiverem submetidos ao mesmo rigor da lei”, completou o senador, que desde 2019 defende uma CPI para investigar ministros do Supremo.

No entanto, a decisão para que a CPI seja aberta depende de uma decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), que vem resistindo às pressões para a instalação. Ele já engavetou um pedido para a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o caso Master. *Com informações do Bahia.ba

Foto: Ilustrativa

Durante muito tempo, o acesso a medicamento no Brasil esteve ligado à condição financeira da população.

Tratamentos podiam ter preços elevados, o que dificultava o acesso de muitas pessoas e ampliava desigualdades no sistema de saúde.

Esse cenário começou a mudar com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), em 1988, e principalmente com a Lei nº 9.787/1999, conhecida como Lei dos Genéricos.

A legislação teve como objetivo estimular a concorrência, ampliar o acesso a medicamentos e garantir qualidade e segurança aos pacientes.

Desde então, os genéricos passaram a ser identificados pela tarja amarela nas embalagens com a inscrição “Medicamento Genérico”. Outro diferencial é o preço: em média, eles podem custar até 67% menos que o medicamento de referência.

Como nasce um medicamento

O desenvolvimento de um novo medicamento começa nos laboratórios da indústria farmacêutica. Nessa fase inicial, entre cinco e dez mil compostos químicos são analisados até que um deles demonstre potencial terapêutico.

Depois disso, o composto passa pelos estudos pré-clínicos, realizados em laboratório e em modelos animais. Essa etapa pode durar de três a seis anos e tem uma taxa de sucesso inferior a 0,01%.

Se os resultados forem positivos, o medicamento segue para testes clínicos em humanos, divididos em três fases:

  • Fase I: avaliação de segurança em 20 a 100 voluntários;
  • Fase II: testes com 100 a 500 participantes para analisar eficácia inicial;
  • Fase III: estudos mais amplos, com até 5 mil pacientes, para confirmar eficácia e monitorar efeitos adversos.

Todo esse processo pode levar mais de uma década e envolve altos investimentos. Após a conclusão dos estudos, os dados são enviados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável por avaliar segurança, eficácia e qualidade antes de liberar o medicamento para comercialização.

Mesmo após aprovado, o produto continua sendo monitorado em uma etapa chamada farmacovigilância, que acompanha possíveis efeitos adversos após a entrada no mercado.

Diferença entre referência e genérico

O medicamento de referência é o produto inovador que passou por todo o processo de pesquisa, testes clínicos e registro na Anvisa. Ele possui marca e patente, garantindo exclusividade de comercialização por um período que pode variar entre 10 e 20 anos.

Quando essa patente expira, outras empresas podem produzir versões equivalentes, surgindo assim os medicamentos genéricos.

Segundo especialistas, o genérico custa menos porque não precisa repetir todo o processo de pesquisa inicial, que envolve grande investimento e anos de desenvolvimento.

Segurança e bioequivalência

Para ser aprovado no Brasil, o medicamento genérico precisa comprovar equivalência farmacêutica e bioequivalência em relação ao produto de referência.

Isso significa demonstrar que o medicamento é absorvido pelo organismo na mesma velocidade e quantidade, garantindo que os efeitos terapêuticos sejam equivalentes.

A Anvisa estabelece critérios rigorosos para esses testes, que são realizados em centros de pesquisa autorizados e seguem protocolos éticos e científicos.

Presença consolidada no país

Mais de 25 anos após a Lei dos Genéricos, esses medicamentos já representam parte significativa do mercado farmacêutico brasileiro.

Atualmente, cerca de 90% das doenças conhecidas podem ser tratadas com medicamentos genéricos, e aproximadamente 85% dos remédios distribuídos pelo programa Farmácia Popular pertencem a essa categoria.

Apesar de ainda existir desconfiança entre alguns consumidores, pesquisas indicam que 86,2% dos brasileiros confiam nos medicamentos genéricos.

Além de ampliar o acesso a tratamentos, os genéricos também impulsionam o setor farmacêutico nacional.

O Brasil é hoje o sétimo maior mercado farmacêutico do mundo e o maior da América Latina. Somente em 2024, foram comercializadas cerca de 2,18 bilhões de unidades de medicamentos genéricos no país. Fonte: Galileu

Foto: Reprodução/ Redes Sociais

O governo brasileiro tenta convencer os Estados Unidos a ampliar a cooperação policial e de inteligência no combate ao crime organizado entre os dois países. A movimentação é uma tentativa de evitar que a gestão de Donald Trump classifique as facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. As informações são do jornal O Globo.

De acordo com a publicação, o governo brasileiro avalia que classificar as facções criminosas brasileiras como organizações terroristas pode interferir negativamente na soberania nacional e na atuação bilateral em segurança.

O assunto deve ser discutido no encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Trump, ainda sem data definida, nos EUA.

O objetivo do governo brasileiro é intensificar o combate à  lavagem de dinheiro e rastreamento de fluxos financeiros, além de manter o controle nacional sobre instrumentos de repressão e inteligência.

Para o Palácio do Planalto, classificar facções como grupos terroristas poderia gerar sanções adicionais e impactos jurídicos e econômicos de alcance extraterritorial, mesmo sem vínculo direto com atividades ilícitas.

No Brasil, facções como PCC e Comando Vermelho são classificadas juridicamente como organizações criminosas. Isso porque a legislação brasileira classifica terrorismo como atos motivados por razões ideológicas, religiosas ou políticas. Já o foco da maioria dessas facções é econômico, com atividades relacionadas ao tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.

Foto: Ilustrativa

Popular e prático, o ovo é consumido por grande parte da população, seja ele frito, cozido, sozinho ou acompanhado.

E sorte dos que dele se alimentam, já que com mais de 50 nutrientes, o ovo fornece proteínas, aminoácidos, lipídios, minerais, além de boa parte das vitaminas de que o nosso corpo necessita.

Entre seus inúmeros benefícios, ajuda a diminuir a incidência de doenças crônicas como diabetes, obesidade e hipertensão arterial, além de proteger a saúde dos olhos.

Também reforça o sistema imunológico e, de quebra, fortalece músculos e combate o envelhecimento precoce.

Outro destaque para o consumo deste alimento é o auxílio no ganho de massa muscular.

“O ovo é rico em proteínas, essencial para o desenvolvimento muscular. Além de um coquetel formado por ácido aspártico, ácido glutâmico e leucina, aminoácidos, que estimulam a produção de massa muscular; e fósforo, lisina e sódio, que mantêm a saúde dos músculos”, destaca a nutricionista clínica, esportiva e ortomolecular Milena Cornacini.

Imunidade: vitamina D

Somando mais um ponto, o seu consumo regular faz com que estimule um melhor desempenho de exercícios físicos, já que o ovo é fonte de energia, rico em lipídios, arginina e leucina.

Contribui também para aumentar a imunidade, pois contém vitaminas, em especial a D, minerais como selênio e zinco, e ácido aspártico e ácido glutâmico.

De acordo com a especialista, o ovo também previne o envelhecimento precoce e auxilia na cicatrização graças à luteína, magnésio, selênio, serina, vitaminas A e E, que têm ação antioxidante, protegendo as células sadias do organismo da ação dos radicais livres. Além disso, é rico em arginina, acaba protegendo o fígado.

Para todas as idades

Na gestação e durante a infância, seu consumo é importante na formação óssea devido ao cálcio.

Ao lado do magnésio, o cálcio também ajuda a reduzir riscos de pré-eclâmpsia. A vitamina D atua na prevenção da diabetes gestacional.

O ferro e as vitaminas B6 e B12 influenciam no desenvolvimento do feto e no crescimento infantil. Na vida adulta, seus benefícios permanecem

“O cálcio presente nos ovos continua fazendo a diferença, pois previne osteoporose e fraturas. Fósforo, lisina e vitamina D contribuem para a saúde de ossos e dentes”, contou a profissional.

O cálcio presente no “pequeno gigante” ainda trata dos sintomas da TPM, graças a sua junção com o magnésio, que diminui a contração muscular do útero, aliviando cólicas e dores nas costas e de cabeça.

E, para a saúde dos olhos, os ovos protegem contra a oxidação de lipoproteínas e estão envolvidos na acuidade visual, reduzindo riscos de doenças oftalmológicas, como degeneração macular e catarata.

Foto: Divulgação

Uma advogada foi sequestrada no bairro de Stella Maris, em Salvador, na madrugada deste domingo (8). A profissional foi liberada após ser feita de refém durante quatro horas. O episódio foi registrado na Alameda Dilson Jatahy Fonseca. Segundo o G1, a vítima foi surpreendida por suspeitos, que roubaram o carro dela. A mulher, que teve sua identidade preservada, ficou presa no veículo em controle dos sequestradores. Ela teve celular e carteira roubados durante o episódio.

Em nota a TV Bahia, a Ordem dos Advogados Seção Bahia (OAB-BA) explicou que a vítima era uma advogada da OAB Jovem. A entidade prestou apoio à vítima. A Polícia Civil investiga o crime por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DRFRV/Salvador). O veículo onde ocorreu o sequestro passará por perícia. *Com informações do Bahia Notícias