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Chuvas devem retornar ao sudoeste da Bahia no próximo fim de semana, aponta Climatempo

Foto: Arquivo

Após um mês de fevereiro marcado por chuvas intensas no sudoeste da Bahia, o início de março tem sido de trégua nas precipitações. No entanto, a previsão meteorológica aponta que a chuva deve voltar a atingir a região nos próximos dias. De acordo com o instituto Climatempo, as precipitações podem retornar já na sexta-feira (13), com tendência de aumento gradual da intensidade ao longo do fim de semana. A expectativa é de que o volume de chuva se torne mais significativo a partir da segunda-feira (16).

Entre os dias 13 e 22 de março, a previsão indica um acumulado de aproximadamente 110 milímetros de chuva em cidades do sudoeste baiano, incluindo Brumado e municípios vizinhos. O volume previsto pode contribuir para a manutenção dos níveis de reservatórios e para o abastecimento hídrico da região, além de favorecer atividades agrícolas. Apesar disso, especialistas recomendam atenção para possíveis transtornos pontuais, especialmente em áreas com histórico de alagamentos ou estradas de terra que podem ser afetadas pelas chuvas.

Foto: Reprodução/YouTube

A noite de estreia do “Resenha.Ba” no YouTube, nesta segunda-feira (18), foi marcada pelo tom nostálgico e informativo trazido pela jornalista e roteirista Patrícia Abreu. Convidada da primeira edição do projeto comandado por Thiago Mastroianni e Gustavo Castellucci, Patrícia dividiu a bancada com Leandro Aragão e Ítalo Oliveira.

Durante o programa, a jornalista compartilhou bastidores inéditos de reportagens marcantes e projetos que desenvolveu ao longo de sua trajetória profissional. Entre análises sobre a final do Campeonato Baiano e o próximo clássico Ba-Vi, Patrícia relembrou histórias de fôlego que vivenciou nos estádios e em campeonatos ao redor do mundo.

Resenha.BA

O novo programa semanal, comandado por Thiago Mastroianni e Gustavo Castellucci, ocupou cerca de duas horas de transmissão para apresentar um resumo detalhado do futebol baiano e discutir os principais temas esportivos da atualidade.

Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

A 38ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), prendeu um homem suspeito de agredir e ameaçar a ex-companheira no Povoado Lagoa do Arroz, zona rural de Malhada.

A ocorrência foi registrada na tarde deste domingo (08), por volta de 18h. A guarnição foi acionada pela vítima, que relatou ter sido agredida com socos e chutes na cabeça pelo ex-marido, motivado por ciúmes. Após as agressões, o suspeito teria fugido do local, mas ainda teria ameaçado retornar para continuar as agressões.

Durante o atendimento da ocorrência, a vítima apresentou aos policiais uma medida protetiva contra o agressor. Inicialmente, o documento aparentava estar com o prazo expirado, porém a vítima informou que a medida havia sido renovada, o que foi posteriormente confirmado na delegacia.

Enquanto a guarnição realizava o atendimento, um veículo que, segundo a vítima, pertencia ao irmão do acusado passou em frente à residência. Diante da suspeita de que o agressor poderia estar no interior do automóvel, os policiais realizaram o acompanhamento e abordagem do veículo, localizando o suspeito.

O homem foi detido e conduzido juntamente com a vítima à Delegacia de Polícia Civil em Guanambi, onde permaneceu à disposição da autoridade policial. *Com informações do Achei Sudoeste

Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) revelou nesta segunda-feira (9) que já reuniu as  27 assinaturas necessárias para a instalar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a conduta dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, no escândalo do Banco Master.

“Vamos continuar a coleta até um número mais seguro e em seguida o pedido será protocolado. Sem condenação antecipada, mas com muita firmeza, vamos realizar uma investigação absolutamente necessária para resgatar a confiança dos brasileiros nas instituições”, disse o senador nas redes sociais.

“O Brasil só será uma verdadeira república democrática quando todos estiverem submetidos ao mesmo rigor da lei”, completou o senador, que desde 2019 defende uma CPI para investigar ministros do Supremo.

No entanto, a decisão para que a CPI seja aberta depende de uma decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil), que vem resistindo às pressões para a instalação. Ele já engavetou um pedido para a instalação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar o caso Master. *Com informações do Bahia.ba

Foto: Ilustrativa

Durante muito tempo, o acesso a medicamento no Brasil esteve ligado à condição financeira da população.

Tratamentos podiam ter preços elevados, o que dificultava o acesso de muitas pessoas e ampliava desigualdades no sistema de saúde.

Esse cenário começou a mudar com a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), em 1988, e principalmente com a Lei nº 9.787/1999, conhecida como Lei dos Genéricos.

A legislação teve como objetivo estimular a concorrência, ampliar o acesso a medicamentos e garantir qualidade e segurança aos pacientes.

Desde então, os genéricos passaram a ser identificados pela tarja amarela nas embalagens com a inscrição “Medicamento Genérico”. Outro diferencial é o preço: em média, eles podem custar até 67% menos que o medicamento de referência.

Como nasce um medicamento

O desenvolvimento de um novo medicamento começa nos laboratórios da indústria farmacêutica. Nessa fase inicial, entre cinco e dez mil compostos químicos são analisados até que um deles demonstre potencial terapêutico.

Depois disso, o composto passa pelos estudos pré-clínicos, realizados em laboratório e em modelos animais. Essa etapa pode durar de três a seis anos e tem uma taxa de sucesso inferior a 0,01%.

Se os resultados forem positivos, o medicamento segue para testes clínicos em humanos, divididos em três fases:

  • Fase I: avaliação de segurança em 20 a 100 voluntários;
  • Fase II: testes com 100 a 500 participantes para analisar eficácia inicial;
  • Fase III: estudos mais amplos, com até 5 mil pacientes, para confirmar eficácia e monitorar efeitos adversos.

Todo esse processo pode levar mais de uma década e envolve altos investimentos. Após a conclusão dos estudos, os dados são enviados à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável por avaliar segurança, eficácia e qualidade antes de liberar o medicamento para comercialização.

Mesmo após aprovado, o produto continua sendo monitorado em uma etapa chamada farmacovigilância, que acompanha possíveis efeitos adversos após a entrada no mercado.

Diferença entre referência e genérico

O medicamento de referência é o produto inovador que passou por todo o processo de pesquisa, testes clínicos e registro na Anvisa. Ele possui marca e patente, garantindo exclusividade de comercialização por um período que pode variar entre 10 e 20 anos.

Quando essa patente expira, outras empresas podem produzir versões equivalentes, surgindo assim os medicamentos genéricos.

Segundo especialistas, o genérico custa menos porque não precisa repetir todo o processo de pesquisa inicial, que envolve grande investimento e anos de desenvolvimento.

Segurança e bioequivalência

Para ser aprovado no Brasil, o medicamento genérico precisa comprovar equivalência farmacêutica e bioequivalência em relação ao produto de referência.

Isso significa demonstrar que o medicamento é absorvido pelo organismo na mesma velocidade e quantidade, garantindo que os efeitos terapêuticos sejam equivalentes.

A Anvisa estabelece critérios rigorosos para esses testes, que são realizados em centros de pesquisa autorizados e seguem protocolos éticos e científicos.

Presença consolidada no país

Mais de 25 anos após a Lei dos Genéricos, esses medicamentos já representam parte significativa do mercado farmacêutico brasileiro.

Atualmente, cerca de 90% das doenças conhecidas podem ser tratadas com medicamentos genéricos, e aproximadamente 85% dos remédios distribuídos pelo programa Farmácia Popular pertencem a essa categoria.

Apesar de ainda existir desconfiança entre alguns consumidores, pesquisas indicam que 86,2% dos brasileiros confiam nos medicamentos genéricos.

Além de ampliar o acesso a tratamentos, os genéricos também impulsionam o setor farmacêutico nacional.

O Brasil é hoje o sétimo maior mercado farmacêutico do mundo e o maior da América Latina. Somente em 2024, foram comercializadas cerca de 2,18 bilhões de unidades de medicamentos genéricos no país. Fonte: Galileu

Foto: Reprodução/ Redes Sociais

O governo brasileiro tenta convencer os Estados Unidos a ampliar a cooperação policial e de inteligência no combate ao crime organizado entre os dois países. A movimentação é uma tentativa de evitar que a gestão de Donald Trump classifique as facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. As informações são do jornal O Globo.

De acordo com a publicação, o governo brasileiro avalia que classificar as facções criminosas brasileiras como organizações terroristas pode interferir negativamente na soberania nacional e na atuação bilateral em segurança.

O assunto deve ser discutido no encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Trump, ainda sem data definida, nos EUA.

O objetivo do governo brasileiro é intensificar o combate à  lavagem de dinheiro e rastreamento de fluxos financeiros, além de manter o controle nacional sobre instrumentos de repressão e inteligência.

Para o Palácio do Planalto, classificar facções como grupos terroristas poderia gerar sanções adicionais e impactos jurídicos e econômicos de alcance extraterritorial, mesmo sem vínculo direto com atividades ilícitas.

No Brasil, facções como PCC e Comando Vermelho são classificadas juridicamente como organizações criminosas. Isso porque a legislação brasileira classifica terrorismo como atos motivados por razões ideológicas, religiosas ou políticas. Já o foco da maioria dessas facções é econômico, com atividades relacionadas ao tráfico de drogas, armas e lavagem de dinheiro.