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Professores paralisam atividades e realizam manifestação em Livramento de Nossa Senhora

Professores paralisam atividades e realizam manifestação em Livramento de Nossa Senhora

Foto: Divulgação/APLB-SPEL

Professores e profissionais da educação realizaram uma manifestação em prol da categoria e paralisaram as atividades em Livramento de Nossa Senhora. A paralisação foi convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação CNTE, com adesão da APLB Sindicato nos diversos municípios da Bahia. Em Livramento, a manifestação foi deliberada em Assembleia convocada pela APLB sindicato com apoio do SPEL (Sindicato dos profissionais em Educação de Livramento). Os atos aconteceram na última terça-feira (21) e nesta quarta-feira (22) e tiveram como objetivo reivindicar a defesa do piso nacional do Magistério e a valorização dos professores e trabalhadores da educação. Por volta das 8h30 desta quarta-feira, profissionais da área se reuniram na praça Zezinho Tanajura (praça Por do Sol) e em seguida, segurando faixas com palavras de reivindicações, marcharam até a praça Dom Basílio e a praça da Prefeitura onde se concentraram e fizeram pronunciamentos. Aproximadamente 400 pessoas participaram dos atos. Na terça-feira (21), os professores Gil Rocha e Gerlando Oliveira, representantes do SPEL e da APLB, respectivamente, estiveram ao vivo no Portal Notícias e falaram sobre os movimentos. Ambos pediram desculpas aos pais e alunos pela falta nas salas de aulas, mas ressaltaram que os movimentos eram necessários.

Foto: Divulgação/APLB-SPEL

“O município de Livramento vinha pagando o piso ainda com dificuldades em anos anteriores, e este ano afirma que não tem condição de pagar o piso. Isso fez com que a categoria se reunisse em assembleia convocada pela APLB e pelo SPEL, e definiram que a gente lutaria juntos. Isso é o grande ganho hoje da categoria. A gente estar diminuindo divergências e está buscando nossos direitos”, disse Gerlando, acrescentando que o município alega dificuldades, mas que cabe ao próprio município buscar meios necessários para garantir a valorização do trabalhador e o pagamento do piso. Gerlando também disse que há uma movimentação orquestrada por parte de alguns gestores para não pagarem o piso salarial. “Conseguimos algo inédito que foi essa paralização. Não queremos comemorar nada aqui. Queremos aqui lamentar, a gente ter que tomar essa atitude de paralisar uma rede de ensino, afetando toda comunidade em busca de nossos direitos”, disse Gil Rocha. Foi a primeira vez que ambos os sindicatos estiveram juntos em prol de reivindicações da categoria.

Fonte: Radioportalsudoeste

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