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Ricardo Boechat, jornalista, morre aos 66 anos em queda de helicóptero em SP

Ricardo Boechat, em foto de março de 2006 — Foto: José Patrício/Estadão Conteúdo/Arquivo

O jornalista, apresentador e radialista Ricardo Eugênio Boechat morreu no início da tarde desta segunda-feira (11), aos 66 anos, em São Paulo.

Boechat era apresentador do Jornal da Band e da rádio BandNews FM e colunista da revista IstoÉ. Ele também trabalhou nos jornais “O Globo”, “O Dia”, “O Estado de S. Paulo” e “Jornal do Brasil” e foi comentarista no Bom Dia Brasil, da TV Globo. Ele ganhou três vezes o Prêmio Esso, um dos principais do jornalismo brasileiro (leia mais abaixo).

Boechat estava dando uma palestra em Campinas, no interior do estado, e retornava a São Paulo nesta segunda, de acordo com jornalistas da TV Band.

Acidente

O chamado de socorro foi feito às 12h14. A queda ocorreu perto do quilômetro 7 do Rodoanel, sentido Castelo Branco. De acordo com a CCR Rodoanel Oeste, que administra o Rodoanel, houve uma terceira vítima com ferimentos, o motorista do caminhão.

Segundo informações iniciais, o helicóptero era do hangar Sales, no Campo de Marte, na Zona Norte da capital paulista, que ficou destelhado após um vendaval nas últimas semanas.

Foram enviadas ao menos 11 viaturas para o local. A Polícia Rodoviária Estadual informou que a alça de acesso do Rodoanel à Rodovia Anhanguera precisou ser interditada. Já a rodovia não teve bloqueio.

Investigadores do Quarto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA IV), órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), começaram a investigação, que chamam de “ação inicial da ocorrência envolvendo a aeronave de matrícula PT-HPG”.

A ação inicial é o começo do processo de investigação e possui o objetivo de coletar dados: fotografar cenas, retirar partes da aeronave para análise, reunir documentos e ouvir relatos de pessoas que possam ter observado a sequência de eventos. Segundo nota, a investigação realizada pelo CENIPA tem o objetivo de prevenir que novos acidentes com as mesmas características ocorram.

Carreira

Ao longo de uma carreira iniciada na década de 1970, esteve jornais como “O Globo”, “O Estado de S. Paulo”, “Jornal do Brasil” e “O Dia”. Na década de 1990, teve uma coluna diária no “Bom Dia Brasil”, na TV Globo.

O perfil de Boechat no site da Band News FM informa que ele era o recordista de vitórias no Prêmio Comunique-se – e o único a ganhar em três categorias diferentes (Âncora de Rádio, Colunista de Notícia e Âncora de TV). Em pesquisa do site Jornalistas & Cia em 2014, que listou cem profissionais do setor, Boechat foi eleito o jornalista mais admirado. Boechat lançou em 1998 o livro “Copacabana Palace – Um hotel e sua história” (DBA).

Em pesquisa do site Jornalistas & Cia em 2014, que listou cem profissionais do setor, Boechat foi eleito o jornalista mais admirado. Boechat lançou em 1998 o livro “Copacabana Palace – Um hotel e sua história” (DBA).

Filho de diplomata, Ricardo Eugênio Boechat nasceu em 13 de julho de 1952, em Buenos Aires.

Foto: Divulgação

orgasmo é uma reação do corpo a uma intensa satisfação física durante a relação sexual. É como uma conclusão de um ciclo, o ponto máximo do prazer. Apesar de ser natural, pode gerar dúvidas, como mitos sobre o assunto.

Desvende mitos, descubra verdades sobre o orgasmo e se jogue no prazer:

1 – Orgasmo pelo clitóris ou vagina são iguais

Verdade. A estimulação pode ser diferente, mas o orgasmo é o mesmo. Para chegar lá, a maioria das mulheres precisa de uma atenção especial ao clitóris, antes da penetração. Mas que aquelas que chegam – e só chegam – ao orgasmo por meio da penetração e aquelas que só chegam ao êxtase da relação com a estimulação clitoriana. As duas situações são comuns e eficientes.

2 – Orgasmo é necessário para ter uma relação sexual completa

Mito. Prazer e orgasmo são coisas diferentes, apesar de se completarem. Uma coisa é sentir envolvimento durante a relação e prazer pelo erotismo e troca de carícias, outra coisa é transbordar o prazer por meio de toques que vão estimular a reação. De acordo com os especialistas, dois terços das mulheres não chegam ao orgasmo, conhecido também como fase platô da relação.

3 – Todas as pessoas podem ter orgasmo

Verdade. Segundo os experts no assunto, o orgasmo é uma reação humana que facilita a fecundação (pela umidade da mulher e ejaculação do homem). Apesar da mulher levar mais tempo para chegar ao ponto máximo, ela também pode ter a reação de prazer junto ao parceiro. É uma questão de sintonia e controle.

4 – Todas as pessoas conseguem ter orgasmos múltiplos

Mito. Um estudo da Universidade de British Columbia revelou que apenas 33% das mulheres têm orgasmos em todas as relações sexuais. Se ter apenas uma reação é difícil, imagine ter mais de um orgasmo, na sequência? Os especialistas garantem que os orgasmos múltiplos são um tipo de resposta às características dos parceiros – que pode ser desde o tipo físico até o jeito de falar. O que é comum é o fato da mulher conseguir partir para mais um round, na sequência, sem parar – ao contrário dos homens que precisam de uma ereção para ter uma segunda relação sexual.

5 – Mulheres também ejaculam

Depende. A ejaculação feminina acontece em relações sexuais muito intensas. De acordo com um estudo publicado no jornal de Medicina Sexual, da Sociedade Internacional para Medicina Sexual, de 2011, o tipo de ejaculação não tem ligação com a urina, lubrificação ou sêmen. Outra pesquisa realizada pela Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA, em 2009, revelou que as mulheres que ejacularam sentiram suas camas molhadas, a ponto de comparar com o tamanho de um CD.

6 – O orgasmo pode acontecer sem penetração

Verdade. Seja por meio da masturbação ou sexo oral, tanto os homens quanto as mulheres podem chegar ao clímax sem penetração. O estímulo do clitóris até pode ser um facilitador para chegar lá, já que as mulheres são mais sensíveis nesta região.

7 – Orgasmo intenso acontece em relações intensas

Mito. A intensidade da relação não está ligada ao orgasmo do parceiro, pelo contrário! Há casais que se relacionam melhor em um contato menos intenso. Segundo os especialistas, a reação é individual e não pode ser considerada uma regra.

Foto: Divulgação

Há algumas histórias sobre mulheres que durante um orgasmo muito intenso teriam ejaculado, assim como acontece com os homens. O termo realmente não está correto.

Ao contrário do que dizem, não existe uma “ejaculação feminina”. “O termo ‘ejaculação feminina’ é extremamente controverso, visto que as mulheres não possuem próstata e nem escroto para a produção de líquido seminal. Os termos utilizados atualmente variam e alguns deles são ‘secreção vaginal ou squirting’”, esclarece Carolina Costa Fernandes, especialista em sexualidade pelo Instituto Paulista de Sexualidade e membro do corpo docente.

A especialista conta que não existem muitas pesquisas sobre o assunto, mas algumas possibilidades já foram estudadas. Uma é de que a mulher que pensa ter “ejaculado” possa ter tido, na verdade, uma lubrificação vaginal intensa no momento do orgasmo. Esse líquido é expelido por causa das contrações pélvicas.

Também há a possibilidade de que a mulher tenha urinado no momento do orgasmo, e de que um líquido que não é nem lubrificação e nem urina possa ser excretado neste momento, mas nenhuma pesquisa comprova essa teoria.

Essa pseudo “ejaculação” não acontece com todas as mulheres. Por estar associada a uma lubrificação intensa, depende da reação fisiológica de cada organismo. “Independe do querer e sim da produção do líquido vaginal. É importante ressaltar ainda que este líquido é incolor e pode vir com ou sem odor”, completa a especialista.

Essa “ejaculação” viria só com o orgasmo. Por isso, Carolina faz um questionamento para as mulheres do Vila Dois: “Nem todas as mulheres conseguem atingi-lo em todos os relacionamentos sexuais, mas neste momento o que questiono às usuárias é: O sexo só é bom se há orgasmo?

Para as mulheres, muitas vezes o prazer que antecede o orgasmo é tão bom que o orgasmo vira secundário, deixando de existir a obrigação. Sexo não é obrigação e precisa estar associado à sensação de prazer”, diz.

Foto: Divulgação

O cantor Beto Barbosa, 63, se recupera bem da cirurgia para retirada da bexiga e da próstata devido a um câncer. Neste sábado, o artista publicou um vídeo no Instagram fazendo fisioterapia. “Graças a Deus já estou no AP da BP Mirante. Fisioterapia todos os dias para recuperar as perdas musculares”, publicou. “Faltando pouco para voltar à vida normal. Só vence na vida quem tem fé e não desiste”, complementou o cantor.

Beto Barbosa passou por uma cirurgia no dia 17 de janeiro para complementar o tratamento contra o câncer na bexiga e na próstata, que o cantor vem se submetendo desde o ano passado. Neste procedimento, o artista retirou a bexiga e próstata e houve a reconstrução de uma nova bexiga.

Depois de sentir dores, foi submetido a uma nova cirurgia no dia 26 em decorrência de uma complicação que já era esperada, já que a bexiga original foi removida e uma nova foi reconstruída. O cateter instalado para a eliminação de urina do corpo deu problema e teve que ser trocado. Se isso não fosse feito, ele sofreria infecções graves e correria risco de morrer. A nova cirurgia foi considerada um sucesso.

Beto Barbosa, considerado o rei da lambada nos anos 1980 e 1990, é autor de “Adocica”. À época da primeira cirurgia, ele disse que começou a sentir os sintomas no fim de 2017 e procurou, imediatamente, ajuda médica em Fortaleza, onde mora.

Antes de descobrir o câncer, um outro médico errou o diagnóstico e o tratava como uma simples infecção urinária. Sem sucesso no tratamento, decidiu vir a São Paulo, onde passou pro exames no hospital Albert Einstein e foi diagnosticado com os tumores. A cirurgia foi realizada no  Hospital Beneficência Portuguesa, em São Paulo .

Foto: Divulgação

Os médicos brasileiros formados no exterior, mas sem registro no país, poderão se inscrever para as vagas em aberto do programa Mais Médicos nos dias 13 e 14 de fevereiro. Os candidatos devem indicar em quais municípios desejam realizar o atendimento à população.

 

No dia 13, o Ministério da Saúde irá divulgar os municípios com vagas remanescentes em aberto. Nos dois dias seguintes, os médicos que obtiveram diplomas no exterior, mas não têm registro no Brasil, escolherão a cidade de sua preferência entre as que disponibilizaram vagas.

 

No dia 19, será divulgada a lista dos inscritos, das vagas ocupadas e dos municípios contemplados. De acordo com o Ministério da Saúde, os profissionais sem registro vão passar por um “módulo de acolhimento”, onde serão oferecidas aulas e haverá avaliação pela equipe do programa, com aplicação de exames e outras formas de verificação da condição de atuação dos inscritos.

 

De acordo com o último balanço do Ministério da Saúde, divulgado em 15 de janeiro, há aproximadamente 1,5 mil vagas em aberto.

Foto: Divulgação

Atividades físicas, sociais e de lazer praticadas por idosos e pacientes com doença de Alzheimer podem ajudar a preservar funções cognitivas e a retardar a perda da memória, mostra novo estudo desenvolvido na Universidade de São Paulo (USP) e na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Os estímulos promovem mudanças morfológicas e funcionais no cérebro, que protegem o órgão de lesões que causam as perdas cognitivas.

 

Segundo a Agência Brasil, a descoberta foi feita por meio de um experimento com camundongos transgênicos, os quais foram alterados geneticamente para ter uma super expressão das placas senis no cérebro. Essas placas são uma das características da doença de Alzheimer. Os animais foram separados em três grupos: os transgênicos que receberiam estímulos, os transgênicos que não receberiam e os animais-controle que não têm a doença.

 

“Quando eles estavam um pouquinho mais velhos, por volta de 8 a 10 meses, colocamos parte desses animais em um ambiente enriquecido, que é uma caixa com vários brinquedos, e fomos trocando os brinquedos a cada dois dias”, explicou Tânia Viel, professora da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP e coordenadora do projeto.

 

O experimento durou quatro meses e, após esse período, eles foram submetidos à avaliação de atividade motora, por meio de sensores, e de memória espacial, com um teste chamado labirinto de Barnes. Os resultados mostram que os camudongos transgênicos que foram estimulados com os brinquedos tiveram uma redução de 24,5% no tempo para cumprir o teste do labirinto, na comparação com os animais que não estiveram no ambiente enriquecido.

 

Também foram analisados os cérebros dos camundongos. Ao verificar as amostras do tecido cerebral, os pesquisadores constataram que os animais transgênicos que passaram pelos estímulos apresentaram uma redução de 69,2% na densidade total de placas senis, em comparação com os que não foram estimulados.

 

A pesquisadora diz que o trabalho comprova hipóteses anteriores e que agora o grupo trabalha para ampliar a verificação em cães e seres humanos. Para isso, será necessário, inicialmente, descobrir marcadores no sangue que apontem a relação com a doença de Alzheimer.